tag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-8601079680743344682007-03-24T14:12:00.000Z2007-03-24T14:14:18.300ZAnónimos Comentadores<a href="http://bp0.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RgUx5LOBIhI/AAAAAAAAABE/-2ecdKO4s7w/s1600-h/mask.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045493815872397842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RgUx5LOBIhI/AAAAAAAAABE/-2ecdKO4s7w/s320/mask.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Reportando ao que foi comentado após o meu artigo-post FRIMOR II, tenho a sensação de que alguém me está a colocar "à prova". Cuidado com os ricochetes. Não estou comprometido com nada nem com ninguém, apenas disponível para ajudar à "mudança". Se quiserem. E se a entenderem necessária.<br /><br />Alguns meus amigos têm-me avisado: "mantenha-se afastado da política local. Não presta. Será traído", e algo semelhante. Grato, bastante atento, mas estou determinado para actuar como riomaiorense e cidadão. Tenho esse direito "natural", cívico e constitucional.<br />Acresce, que Rio Maior não é território de ninguém: de partidos, de indivíduos, de famílias, de interesses económicos.<br /><br />Não luto contra A ou Z, contra "a Câmara" ou, pelos vossos recentes alertas, contra o PSD local. Lutarei contra o status quo vigente já abusado, gasto, empedernido, inalterável e por tal estagnado. Parte da vida política e partidária riomaiorense faz-me lembrar os moinhos na serra: as velas giram conforme o vento. Para as pessoas e seus patrimónios, ambiciono – todos devem ambicionar – velas, boas velas com ventos permanentes.<br /><br />Felizmente, não fui "abandonado" por ninguém da Câmara. Porque: nessa ocasião e neste momento, de nada precisei, e estou bem, obrigado; pelo contrário, não quiseram, em tempo oportuno, entender e aproveitar o que eu disponibilizei e ofereci. Passem bem, mas actuaram mal e o Concelho usufruiu muitíssimo menos do que tem visto, lido, ouvido e conhecido.<br /><br />Como já aqui escrevi, não sou, nem serei militante de algum partido, mas respeitador de quem assim "está" politicamente. Nada tenho a ver com o PSD local, fui convidado para escrever no Rio da Ponte. Faço-o com gosto e dever cívico.<br /><br />Se me for solicitado empenho nas próximas eleições autárquicas, não vacilarei e estarei bastante activo -- "com quem", neste momento não sei, talvez ninguém saiba, e neste indefinido tempo pré-eleitoral, algo poderá alterar conjunturas, previsíveis candidatos. Contudo, tenho a plena certeza de que até 2009, à sociedade local não será salutar uma estagnação cultural, recreativa, cívica, pelo que algo terá que surgir. E vai surgir, contra interesses enraizados e debilidades consentidas.<br /><br />Desconheço, em pormenor, o que António Rola e os outros vereadores do PSD têm feito ou pensado. Mas tenho concluído que algo mais substancial poderiam ter accionado como opositores às consequências do regime "vintage".<br />Aparto-me em absoluto de facções nos partidos.<br />Porque a vida partidária local é morna, muito entediante, e por vezes fracturante entre-eleições, não estranharei se nas próximas autárquicas, surgir uma lista de Independentes.<br />O pensamento, a acção, a evolução, não se esgota nos partidos nem deles dependem.<br />Porque não me foi nada difícil perceber que uns quantos comentadores "anónimos" desejam que me posicione na sociedade riomaiorense, é este o momento oportuno para, publicamente, ser cristalino e franco: apoiarei uma candidatura bastante credível e sustentada como alternativa ao "presidenciável" do PS – qualquer que seja o seu candidato; Rio Maior e o Concelho necessitam dum Fórum que, muito apartidária e livremente, reúna testemunhos, proporcione diálogos, recolha ideias, ofereça projectos de pessoas naturais ou recentemente instaladas no Concelho; Rio Maior necessita dum independente e activo jornal – para registar a História quotidiana, informar o Concelho-sobre-o-Concelho, e desde já quero esclarecer que nada me move contra António Feliciano ou o seu "Região".<br /><br />Caros "anónimos", quanto a populismos de autarcas dentro ou fora das Tasquinhas, é com eles, nunca ninguém me viu com o sorriso idiota e subserviente atrás ou ao lado de quem quer que fosse, ou seja, e em nenhum local isso acontecerá.<br /><br />E escusam de me "picar" com alegadas "más línguas" locais sobre a minha produção cultural e artística. Habituado que estou a ler e ouvir analistas, críticos, historiadores, pessoas cultas, logo inteligentes, sobre o que faço, obviamente a ignorância, a má-fé e a inveja passam-me ao lado. De todo.<br /><br />Abraço, ao trabalho, e identifiquem-se s.f.f.</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.com