tag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1168023157092309142007-01-05T18:49:00.000Z2007-01-07T23:47:17.106ZP.S's *<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/648742/qqq.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/876885/qqq.jpg" border="0" /></a><br /><strong>PS 0</strong> – Não quero postar assuntos pessoais neste blog, mas…<br /><br /><strong>PS 1</strong> – Amigo riomaiorense sorriu e informou-me: alguns “círculos” locais concluíram que eu me “estive a oferecer” para algo na Casa da Cultura, ao escrever neste blog sobre a inexistente programação e incrível, surreal, até hoje inexplicado encerramento na noite em que foi inaugurada!<br /><br />Muito nos rimos de quem pensa que eu precisaria ou me sujeitaria a “trabalhar” com um pelouro débil e q.b., seu vereador programaticamente ausente, sem projectos nem conhecidas ideias e “sob” decisor presidencial mais que “percebido” ao fim de duas décadas. Descansem: não quero “trabalhar na Câmara”!<br /><br /><strong>PS 2</strong> – Podem, os “quadros” partidários, moverem-se como (legitimamente) entenderem para ascenderem a cargos camarários, porque jamais(!) me candidatarei a….nada !<br /><br /><strong>PS 3</strong> - Porém, não recusarei especial colaboração, muito activa, para ajudar a proporcionar uma regular, criteriosa e merecida vida sócio-cultural no Concelho – o que até este momento não tem acontecido…<br />Obviamente, com outro e diferente executivo camarário. A partir de 2009.<br /><br /><strong>PS 4</strong> – ”Há mais vida para além”!… do PS.<br /><br /><strong>PS 5</strong> – Também soube que “corre” peculiar entendimento sobre a minha acutilância em relação a algumas decisões camarárias. Ou seja, dado que vendi uma obra pictórica “à Câmara” (Novembro de 2001) devia estar “calado”….<br />Esclareço: <strong>a)</strong> a obra foi concretizada porque o sr. Presidente da Câmara me “encomendou” uma pintura para a Biblioteca Municipal. E devo esclarecer que não me pediu especiais cores, traços, volumes ou tema. Respeitou a minha criatividade; <br /><strong>b)</strong> a venda da obra foi negociada com o sr. Miguel Paulo, então Vereador da Cultura. Também enalteço o seu “charme” para comigo e para com a entidade/pessoa que gere a minha produção, dadas as consecutivas e conseguidas reduções do preço total. Hábeis conversações por vezes intensas, de M.Paulo, que beneficiaram o dinheiro-investimento público; <br /><strong>c)</strong> não pude oferecer a obra aos munícipes. A Câmara pagou simbolicamente (só) X , satisfazendo parcialmente o meu compromisso contratual com a referida entidade. O restante (27%) e todo o material, paguei eu. Ou seja, nada ganhei. <br /><strong>d)</strong> não vendi a obra “à Câmara” nem a ninguém em particular, mas sim aos riomaiorenses. Aos meus conterrâneos.<br /><br />Muito mal está a vida em sociedade e periclitante a liberdade, quando as pessoas pensam que pelo facto de venderem qualquer coisa a uma autarquia ou ao Estado, têm a obrigação de cercear o entendimento e raciocínio próprios, silenciar a sua voz crítica. Serve igualmente para quem, no aparelho do Estado ou nas autarquias, compra matéria para estagnar cérebros, proporciona emprego para aquietar reacções, promete futuro/s em troca de conivências . Infelizmente abundam casos desses !<br /><strong><br />* Post-scriptum</strong></div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.com