tag:blogger.com,1999:blog-233997592008-04-23T23:12:26.894+01:00Rio da PontePaulo Colaçohttp://www.blogger.com/profile/04712992313269304138noreply@blogger.comBlogger147125tag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-73885303392695062332007-05-23T22:56:00.000+01:002007-05-23T23:27:14.609+01:00Rio Maior pode fechar...<div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/__Q1JAjQippw/RlS_Y6vGIoI/AAAAAAAAABs/rXCIA18HTd8/s1600-h/Silvino-Sequeira.gif"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067885915503207042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/__Q1JAjQippw/RlS_Y6vGIoI/AAAAAAAAABs/rXCIA18HTd8/s320/Silvino-Sequeira.gif" border="0" /></a> <em><span style="font-size:85%;">O presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Silvino Sequeira, garantiu ontem que quando o clube (UDRM) liquidar a dívida de 23 mil euros às finanças os subsídios camarários - cerca de 50 mil euros - serão pagos.</span></em><br /><div align="justify"><em><span style="font-size:85%;">O Rio Maior está mergulhado num vazio directivo, já que o presidente Saturnino Esperto não se recandidata às eleições deste mês e não há listas para nova Direcção. O dirigente, que assumiu a liderança há três anos, já afirmou que o "o clube deve fechar portas para o ano", uma possibilidade que Silvino Sequeira admitiu. "Rio Maior é a cidade do desporto devido ao ensino superior e não do clube de futebol ou basquetebol", preconizou o autarca.</span></em></div><br /><div align="right"><em><span style="font-size:78%;">in A BOLA, 23/05/2007</span></em></div><span style="font-size:78%;"></span><br /><br />O clube tem dividas às finanças e a Câmara só pagará depois da sua liquidação: Certo.<br /><br /><br />Os clubes devem viver apenas dos seus rendimentos e não da subsidiodependência: Certo.<br /><br /><br /><div align="justify">Mas a frase <strong>"Rio Maior é a cidade do desporto devido ao ensino superior e não do clube de futebol ou basquetebol"</strong> esta deixo sem comentários... </div><div align="justify"></div><div align="justify">Eu ficaria ofendido se fosse praticante desportivo nesta cidade ou, melhor dizendo, como ex-praticante desportivo sinto-me ofendido por todos aqueles carolas que ajudaram a desenvolver o desporto nesta cidade e que hoje são esquecidos (Adelino Figueiredo Lima, Prof. Amilcar Andrade, Joaquim Faria Ribeiro, José Pedro Inês Canadas, Fernando Casimiro Pereira da Silva, António José Agostinho Aguiar (Chanita), Henrique de Oliveira, Albino Aguiar, Américo Sequeira, Avelino Martins, Manuel Lopes Faustino, Diamantino e Jorge Madeira, Rui Pimpão Pinto, António Quevedo, Vitor Romão, Manuel Tavares Lopes, entre muitos outros). </div><br /><div align="justify">Para uma cidade que acordou para os olhares mundiais do desporto graças ao atletismo e a uma certa medalha obtida no ano de 1990 em Plovid, Bulgária, parece que nem esta modalidade entra agora nas contas do autarca.</div><br /><br /><br /><em><span style="font-size:85%;"><strong>PS:</strong> São fracas as memórias do ex-presidente da Assembleia Geral de um certo clube... ou então só se reavivam quando delas se pode tirar algum proveito.</span></em><br /></div>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-40386550526344382752007-05-16T02:07:00.000+01:002007-05-16T02:14:52.556+01:00Como diria Pessa... e esta heiinnnn!!<a href="http://bp0.blogger.com/__Q1JAjQippw/RkpaGqvGInI/AAAAAAAAABk/uCDM5uPYoDA/s1600-h/DSC00502.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064959801529082482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__Q1JAjQippw/RkpaGqvGInI/AAAAAAAAABk/uCDM5uPYoDA/s320/DSC00502.JPG" border="0" /></a><br /><div></div><p>Curiosa localização para tão distinta viatura... De quem será a divida???</p><p><em><strong>PS:</strong></em> Pedimos desculpa pelo pouco ou nenhum tempo que temos dedicado a este blog mas não se preocupem... Continuamos de olho atento e logo que possível voltaremos a actualizar este espaço com a regularidade habitual</p>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-17619455916345569562007-04-06T02:23:00.000+01:002007-04-06T02:29:58.989+01:00Quem que a Mina?<a href="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RhWifHHa-4I/AAAAAAAAABQ/2UI_TxEM4fo/s1600-h/SignPen.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050121212535700354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RhWifHHa-4I/AAAAAAAAABQ/2UI_TxEM4fo/s320/SignPen.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">"O Mirante", jornal da Chamusca, de 04 de Abril, revela o futuro incerto da Mina de Rio Maior.<br />(ver site deste jornal, ou blog "Rio Maior")<br /><br />O Sr. presidente Silvino, "esclareceu que já foram equacionadas algumas situações mas ainda não há uma decisão definitiva."<br />Não divulgou que "situações".<br />A Mina, ou seja, todo o couto mineiro num total de 11 hectares, foi adquirido pela câmara em 1999. Comprou, "paralisou-o" como propriedade dos munícipes e post oito anos, quando se pensava que a imaginação, o dever de preservar e relevar a História, catapultar entusiasmos e vivências futuras surgiriam, eis que até hoje não sabe o que dele fazer, nele instalar, projectar algo de útil à sociedade. Espera-se que os vereadores, membros da Assembleia Municipal e munícipes, estejam atentos, expectantes, inquietos e actuantes.<br /><br />O jornal, adianta que «a venda de terrenos foi incluída no orçamento municipal para 2007 e nos últimos tempos foi discutida a sua venda à cadeia de hipermercados E. Leclerc, que ali pretendia instalar uma superfície comercial e um parque de estacionamento para 400 lugares. O autarca refere que essa "foi apenas uma das hipóteses"».<br /><br />Acresce que o executivo camarário entende que a área contígua ou imediatamente envolvente é indispensável para novo parque automóvel...<br /><br />Fica também garantido pelo presidente "que qualquer solução terá de ter em conta a preservação do património histórico, nomeadamente as grandes referências que são a chaminé e a entrada da mina." Nada mais para o Sr. presidente: só(!?) a chaminé e a entrada como referências!?<br /><br />E elucida: "a preservação histórica não pode no entanto impedir outros investimentos na zona." Ora aqui está uma frase (mais uma) inquietante, porque pode e deve ser interpretada pela sua aparente vacuidade e...ambiguidade. Simples, e na mouche! - a "chaminé da Mina" já treme...<br /><br />Nesse espaço, repito, se houvesse vontade, discernimento e capacidades dos autarcas, poderia ser instalado o Arquivo e Museu Municipal, Áreas de Lazer e para Exposições Temporárias, Complexo Cultural Polivalente, História da Mina e da Geologia do Concelho, Pólo para a Juventude, etc, etc. Silvino não sabe(?) o que fazer com esta "marca" e património histórico do Concelho. Na senda das há muito paradas investigações arqueológicas (Villa Romana, Capela, etc.), temo que o ex-professor secundário de História deixe correr o tempo...até à decisão final, tipo: a Mina custou X, a câmara vendeu-a por muito mais, o município ficou a ganhar. Pura economia de mercado dos tempos devoradores que correm - o facilitismo. Sem pudor.<br /><br />Uma MEMÓRIA do Concelho assim transaccionada. Sem dó nem piedade.<br /><br />Estranha-se que o Sr. presidente (pela permanente ausência da Srª vereadora da cultura para as mega-"matérias"), não proporcione um esclarecimento à população através, por exemplo, dos jornais locais. Mais estranha, a passividade dos autarcas da "oposição".<br /><br />Não creio que o espaço da Mina seja adquirido por qualquer grande cadeia de hipermercados. Nem quero sonhar que um conhecido especulador-construtor imobiliário compre todo o espaço, nele edifique andares, jardins, parque automóvel, e...deixe "como memória" para os habitantes do Concelho a chaminé e a entrada como "fachada". Seria um pesadelo. Ou...uma realidade a prazo? Ou...uma realidade a prazo.<br /><br />Estou já bastante expectante por saber quem vai adquirir, construir e... gerir ! - parece que a partir de 2009 o desemprego vai aumentar, e um (ou mais um) emprego e novo estatuto social...<br />(A hipotética construção do aeroporto na Ota, "levaria" para Rio Maior centenas de novos residentes, segundo alguém prevê.)<br /><br />Entretanto, se o leitor quiser juntar a sua assinatura às de centenas de riomaiorenses que já assinaram a Petição para a Salvação da Mina, faça-o a partir do blog "Rio Maior" - Comissão para o Estudo, Defesa e Valorização do Património Cultural e Natural do Concelho de Rio Maior. Acredita-se na possibilidade de travar a venda desse património a particulares. O Futuro passa (também) por si.<br /><br />Fazem parte desta Comissão: António Feliciano Jr., João Afonso Calado da Maia, João de Castro, Manuel Nobre, Nuno Alexandre Rocha, entre outros riomaiorenses.</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-8601079680743344682007-03-24T14:12:00.000Z2007-03-24T14:14:18.300ZAnónimos Comentadores<a href="http://bp0.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RgUx5LOBIhI/AAAAAAAAABE/-2ecdKO4s7w/s1600-h/mask.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045493815872397842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RgUx5LOBIhI/AAAAAAAAABE/-2ecdKO4s7w/s320/mask.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Reportando ao que foi comentado após o meu artigo-post FRIMOR II, tenho a sensação de que alguém me está a colocar "à prova". Cuidado com os ricochetes. Não estou comprometido com nada nem com ninguém, apenas disponível para ajudar à "mudança". Se quiserem. E se a entenderem necessária.<br /><br />Alguns meus amigos têm-me avisado: "mantenha-se afastado da política local. Não presta. Será traído", e algo semelhante. Grato, bastante atento, mas estou determinado para actuar como riomaiorense e cidadão. Tenho esse direito "natural", cívico e constitucional.<br />Acresce, que Rio Maior não é território de ninguém: de partidos, de indivíduos, de famílias, de interesses económicos.<br /><br />Não luto contra A ou Z, contra "a Câmara" ou, pelos vossos recentes alertas, contra o PSD local. Lutarei contra o status quo vigente já abusado, gasto, empedernido, inalterável e por tal estagnado. Parte da vida política e partidária riomaiorense faz-me lembrar os moinhos na serra: as velas giram conforme o vento. Para as pessoas e seus patrimónios, ambiciono – todos devem ambicionar – velas, boas velas com ventos permanentes.<br /><br />Felizmente, não fui "abandonado" por ninguém da Câmara. Porque: nessa ocasião e neste momento, de nada precisei, e estou bem, obrigado; pelo contrário, não quiseram, em tempo oportuno, entender e aproveitar o que eu disponibilizei e ofereci. Passem bem, mas actuaram mal e o Concelho usufruiu muitíssimo menos do que tem visto, lido, ouvido e conhecido.<br /><br />Como já aqui escrevi, não sou, nem serei militante de algum partido, mas respeitador de quem assim "está" politicamente. Nada tenho a ver com o PSD local, fui convidado para escrever no Rio da Ponte. Faço-o com gosto e dever cívico.<br /><br />Se me for solicitado empenho nas próximas eleições autárquicas, não vacilarei e estarei bastante activo -- "com quem", neste momento não sei, talvez ninguém saiba, e neste indefinido tempo pré-eleitoral, algo poderá alterar conjunturas, previsíveis candidatos. Contudo, tenho a plena certeza de que até 2009, à sociedade local não será salutar uma estagnação cultural, recreativa, cívica, pelo que algo terá que surgir. E vai surgir, contra interesses enraizados e debilidades consentidas.<br /><br />Desconheço, em pormenor, o que António Rola e os outros vereadores do PSD têm feito ou pensado. Mas tenho concluído que algo mais substancial poderiam ter accionado como opositores às consequências do regime "vintage".<br />Aparto-me em absoluto de facções nos partidos.<br />Porque a vida partidária local é morna, muito entediante, e por vezes fracturante entre-eleições, não estranharei se nas próximas autárquicas, surgir uma lista de Independentes.<br />O pensamento, a acção, a evolução, não se esgota nos partidos nem deles dependem.<br />Porque não me foi nada difícil perceber que uns quantos comentadores "anónimos" desejam que me posicione na sociedade riomaiorense, é este o momento oportuno para, publicamente, ser cristalino e franco: apoiarei uma candidatura bastante credível e sustentada como alternativa ao "presidenciável" do PS – qualquer que seja o seu candidato; Rio Maior e o Concelho necessitam dum Fórum que, muito apartidária e livremente, reúna testemunhos, proporcione diálogos, recolha ideias, ofereça projectos de pessoas naturais ou recentemente instaladas no Concelho; Rio Maior necessita dum independente e activo jornal – para registar a História quotidiana, informar o Concelho-sobre-o-Concelho, e desde já quero esclarecer que nada me move contra António Feliciano ou o seu "Região".<br /><br />Caros "anónimos", quanto a populismos de autarcas dentro ou fora das Tasquinhas, é com eles, nunca ninguém me viu com o sorriso idiota e subserviente atrás ou ao lado de quem quer que fosse, ou seja, e em nenhum local isso acontecerá.<br /><br />E escusam de me "picar" com alegadas "más línguas" locais sobre a minha produção cultural e artística. Habituado que estou a ler e ouvir analistas, críticos, historiadores, pessoas cultas, logo inteligentes, sobre o que faço, obviamente a ignorância, a má-fé e a inveja passam-me ao lado. De todo.<br /><br />Abraço, ao trabalho, e identifiquem-se s.f.f.</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-42884561138045086292007-03-17T04:40:00.000Z2007-03-17T06:05:39.994ZTasquinhas 2007<a href="http://bp0.blogger.com/__Q1JAjQippw/RftxizuAGvI/AAAAAAAAABY/JonhKvtaGEg/s1600-h/Tasquinhas2007.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042749050584046322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/__Q1JAjQippw/RftxizuAGvI/AAAAAAAAABY/JonhKvtaGEg/s320/Tasquinhas2007.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Verdadeiramente deprimente o programa da Feira das Tasquinhas 2007. Só espero que alguém acorde e veja o mesmo que eu e outros vamos vendo há alguns anos. Menos público, menos qualidade e desinvestimento no certame. </div><div align="justify">A nova data também não me parece uma boa escolha, pois nesta altura do mês a maioria dos orçamentos familiares já fazem contas aos dias que faltam para o depósito dos vencimentos nas contas, excepção feita ao funcionalismo público que recebe nesta data. Irá haver certamente menos disponibilidade financeira para disfrutar das refeições na feira.<br />Mas fica o programa, só hoje divulgado, e cada um que julgue por si no final do certame...</div><div></div><div align="justify"><br /><span style="font-size:85%;"><strong>Dia 23 de Março – Sexta-feira<br /></strong>17H00 – Concentração das Entidades Oficiais e convidados nos Paços do Concelho.<br />17H30 – Inauguração das Tasquinhas pelo Secretário de Estado Adjunto da Administração Local, Dr. Eduardo Arménio Nascimento Cabrita<br />Animação com a Tuna Salituna (E.S.D.R.M.)<br />Animação com a Bandinha d`Alegria<br />Animação com a Escola de Musica de Asseiceira<br />19H00 – Abertura das Tasquinhas<br />20H00 – Animação com a Bandinha d`Alegria<br />– Prova de Vinhos (Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos e Quinta dos Penegrais – Rio Maior)<br />20H30 – Animação com a Bandinha do Castelo<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 24 de Março – Sábado</strong><br />12H00 – Abertura das Tasquinhas<br />13H00 – Animação com Grupo Humanart<br />16H00 – Prova de Vinhos (Adega Cooperativa do Cartaxo)<br />18H00 – Animação com Bandinha d’Amizade<br />19H45 – Prova de Vinhos (VODSJ Vinhos e Vallegre Vinhos do Porto)<br />20H00 – Animação com Bandinha d’Alegria<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 25 de Março – Domingo</strong><br />Dia de Cantanhede<br />09H00 – Torneio de Golf “Golden Eagle” (Quinta do Brinçal)<br />– Passeio Viaturas TT (Org. Ass. Bombeiros Voluntários de Rio Maior)<br />– Passeio a Cavalo pelo Concelho (Org. Grupo Jovens Riomaiorenses)<br />- Primeiro Raid BTT “Terras de Serra &amp; Sal” – Cidade de Rio Maior (Org. Academia de Fráguas e GBike)<br />12H00 – Abertura das Tasquinhas<br />13H00 – Animação com a Bandinha do Castelo<br />15H00 – Procissão do Senhor dos Passos (Igreja da Misericórdia)<br />16H00 – Prova de Vinhos (Caves Dom Teodósio)<br />17H30 – Animação com o Grupo Humanart<br />18H00 – Degustação de Produtos e Vinhos da Bairrada (Tasquinha de Cantanhede)<br />– Animação com a Bandinha “3 de Portugal” (Cantanhede)<br />18H30 – Animação com a Banda Filarmónica de São Sebastião<br />20H00 – Animação com Bandinha d’Alegria<br />20H30 – Prova de Vinhos (Adega Cooperativa da Lourinhã)<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 26 de Março – segunda-feira</strong><br />Noite da Freguesia de Rio Maior<br />19H00 – Abertura das Tasquinhas<br />19H30 – Prova de Vinhos (Casa Margarides – Almeirim)<br />20H00 – Animação com a Bandinha do Castelo<br />20H30 – Animação com a Bandinha d’Alegria<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 27 de Março – Terça-feira</strong><br />Noite das Freguesias: Arruda dos Pisões, Ribeira de S. João, S. João da Ribeira e Vila da Marmeleira<br />19H00 – Abertura das Tasquinhas<br />19H30 – Animação com a Tuna Bagatuna (ESDRM)<br />20H00 – Animação com a Bandinha d’Amizade<br />20H30 – Animação com a Bandinha d’Alegria<br />– Prova de Vinhos (Adega Cooperativa de Almeirim)<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 28 de Março – Quarta-feira<br /></strong>Noite das Freguesias: Azambujeira, Fráguas, Malaqueijo e Outeiro da Cortiçada<br />19H00 – Abertura das Tasquinhas<br />19H45 – Prova de Vinhos (Adega Cooperativa Cartaxo)<br />20H00 – Animação com a Bandinha do Castelo<br />20H30 – Animação com a Bandinha d’Alegria<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 29 de Março – Quinta-feira<br /></strong>Noite das Freguesias: Arrouquelas, Asseiceira, Assentiz e S. Sebastião<br />15H00 – Conferência “Estratégia Florestal para o Concelho de Rio Maior” (Org. Gabinete Técnico Florestal, APAS, APFRA)<br />19H00 – Abertura das Tasquinhas<br />19H45 – Prova de Vinhos (Adega Cooperativa Almeirim)<br />20H00 – Animação com a Bandinha d’Alegria<br />20H30 – Animação com a Tuna Bagatuna (ESDRM)<br />21H00 – Actuação Escola Música de Asseiceira (Espaço Delta Café)<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 30 de Março – Sexta-feira<br /></strong>Dia da Galiza<br />Noite da Freguesia de Alcobertas<br />19H00 – Abertura das Tasquinhas<br />19H45 – Prova de Vinhos (Adega Cooperativa Arruda dos Vinhos)<br />20H00 – Animação com a Bandinha d’Amizade<br />20H30 – Concertinas ao Desafio “Augusto Canário e Amigos”<br />21H00 – Animação com a Bandinha d’Alegria<br />24H00 – Encerramento<br /><strong><br />Dia 31 de Março – Sábado</strong><br />Dia da Praia da Vitória - Açores<br />12H00 – Abertura das Tasquinhas<br />13H00 – Animação com a Bandinha d’Amizade<br />14H00 – Concertinas ao Desafio “Augusto Canário e Amigos”<br />16H00 – Prova de Vinhos (Casa Margarides – Almeirim)<br />17H00 – Prova de Vinhos – (Tinto de Azinho – Rio Maior)<br />18H00 – Degustação de Produtos e Vinhos dos Açores (Tasquinha da Praia da Vitória)<br />19H45 – Prova de Vinhos (Adega Cooperativa Lourinhã e DFJ Vinhos)<br />20H00 – Animação com a Bandinha d’Alegria<br />20H30 – Concertinas ao Desafio “Augusto Canário e Amigos”<br />21H00 – Animação com o Grupo Humanart<br />24H00 – Encerramento<br /><br /><strong>Dia 01 de Abril – Domingo</strong><br />09H00 – Torneio Tiro aos Pratos no Campo de Tiro Arruda dos Pisões (Org. Clube Caçadores do Concelho de Rio Maior)<br />09H30 – Passeio TT (Motos/Moto 4) (Org. Banda Filarmónica São Sebastião)<br />12H00 – Abertura das Tasquinhas<br />13H00 – Animação com a Bandinha do Castelo<br />16H00 – Futebol: União Desportiva de Rio Maior x Vendas Novas – Campeonato Nacional 2º Divisão – Série D<br />16H30 – Prova de Vinhos (Caves Dom Teodósio)<br />17H00 – Animação com a Tuna Bagatuna (E.S.D.R.M.)<br />19H45 – Prova de Vinhos (Vallegre Vinhos do Porto<br />20H00 – Animação com a Bandinha d’Alegria23H00 – Encerramento</span></div>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-78628051337318944802007-03-11T17:53:00.000Z2007-03-11T18:13:24.737ZDESESPERADOS?<div align="justify"><a href="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RfRGTaSGOfI/AAAAAAAAAA8/xjTcszkC5d0/s1600-h/sem+tÃ&shy;tulo.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040731182221113842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RfRGTaSGOfI/AAAAAAAAAA8/xjTcszkC5d0/s320/sem+t%C3%ADtulo.JPG" border="0" /></a>O Procurador-geral da República entende que os autarcas não podem (bem diferente de "devem") acumular o exercício de funções, mesmo não remuneradas, com cargos nas empresas municipais.<br /><br />Lê-se, no "Público" de hoje (10 de Março), opiniões díspares: Rui Pereira, penalista e, diz-se, próximo do PS (foi o mentor das mais recentes reformas legislativas), afirma que a posição do PGR não tem "força de lei", mas é a "interpretação oficial da Lei"; Ruben de Carvalho, vereador do PC na Câmara lisboeta, alerta "há um problema de incompatibilidade entre ser simultaneamente fiscalizador e executante"; Maria José Nogueira Pinto, vereadora do CDS, conclui que a "acumulação", "pode ser excepcionalmente útil, mas não me parece a situação mais aconselhável".<br /><br />E não resisto a publicar este texto de MC (gratos), no "Sobe e desce" do mesmo jornal: "Tivessem os autarcas sido, desde o início, impedidos de acumular cargos remunerados nas empresas municipais que os próprios criam e uma boa parte dessas entidades, que nasceram como cogumelos, certamente não tinha sido criada. A ilegalidade dessa prática, formalizada agora pelo PGR, pode ser um contributo importante para colocar alguma ordem numa das áreas menos transparentes do Estado".<br />Pois. Desempregados no ramo político-autárquico, aproveitem enquanto é tempo! Algumas dessas empresas não duram sempre e até... 2009.<br />Recentemente, li uma comparação operacional, partidária, estruturante dessas empresas no país, e constatei que as ligadas aos assuntos culturais rareiam - por que será?<br />A propósito: vai ser criada uma empresa municipal em Rio Maior para gerir o Cine-Teatro (e os assuntos culturais)? Constou-me.</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-89819401822403746302007-03-03T11:58:00.000Z2007-03-03T11:59:33.287ZFRIMOR II<a href="http://bp2.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/Reli69bAZkI/AAAAAAAAAAw/zaWMnu6Frrk/s1600-h/onion.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5037666423250380354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/Reli69bAZkI/AAAAAAAAAAw/zaWMnu6Frrk/s320/onion.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Quem fizer uma análise comparada das programações dos certames transactos com o de 2006,fica rapidamente com a sensação de ser "sempre o mesmo".<br />Estagnou no modelo. Raramente evoluiu ou apresentou alternativas. Não cativa. E periga o futuro duma feira centenária.<br />Uma das soluções para erradicar de vez esse descomprometimento organizativo, será pensar-estruturar o evento meses antes de Setembro, por exemplo a partir de Maio. Criando grupos específicos: estratégia, marketing, montagem, direcção. A Associação Comercial e Industrial poderá desempenhar essa função organizativa, em conjugação com a Câmara.<br /><br />Deve-se aproveitar eficazmente, durante sete-oito dias, a excepcional localização geo-estratégica do Concelho, chamando a si (muitas mais) pessoas, potenciais investidores e comerciantes "de fora".<br /><br />Proximamente, ocorrerão as Tasquinhas: este certame, meritório pela excepcional quantidade de visitantes e de consumidores, tem de se manter, mas a Câmara não deve privilegiá-lo em detrimento duma FRIMOR, este sim, o momento adequado para mostrar o "cartão de visita" da vida concelhia. Se houver talento, imaginação, trabalho e vontades, estes dois acontecimentos anuais podem complementar-se. Assim sendo, muito ajudarão o comércio, a indústria, o turismo possível e...o complexo desportivo.<br /><br />Pertenço a uma geração de riomaiorenses residentes "fora" do concelho, para quem "o 1 de Setembro" estaria reservado com uma quase obrigatória ida "à Feira de Setembro". Hoje é diferente. A mesma e outras gerações estão-lhe indiferentes ou preferem outras rotas, outros eventos. Culpa, da estagnação da Feira.<br /><br />Também fiz parte do grupo "de" Alfeu Gonçalves Marques, Amândio Rodrigues de Sousa, António Feliciano Júnior, Manuel Granada, Américo Sequeira, Heitor Couto, João Lopes e outros riomaiorenses que criaram no início dos anos 70,a FRIMOR, não rompendo totalmente com o Passado. Foram muitos dias e esgotantes noites de árduo (e gratuito) trabalho, fugaz alimentação, preocupações crescentes, falta de recursos,"directas",etc. Mas tínhamos imaginação, discernimento, aventura, perseverança. Hoje, fica-se com a sensação que fartos ou razoáveis meios tolhem a imaginação(se a há),acomodam necessários esforços intelectuais(raros),suavizam e evaporam inovações...<br /><br />Os tempos são outros, obviamente. Cabe à Câmara decidir por quanto tempo mais deseja manter a FRIMOR "ligada à máquina" concelhia.<br />Em que moldes. Com quem. Para quê?</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-29925937460098116922007-02-20T19:21:00.000Z2007-02-20T19:43:32.750ZLeia, Pense e Decida<div align="justify"><a href="http://bp1.blogger.com/__Q1JAjQippw/RdtK1NzQHzI/AAAAAAAAAA8/MKvnBRgDNmM/s1600-h/Nova+imagem.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5033699286614810418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__Q1JAjQippw/RdtK1NzQHzI/AAAAAAAAAA8/MKvnBRgDNmM/s320/Nova+imagem.jpg" border="0" /></a><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5033699467003436866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/__Q1JAjQippw/RdtK_tzQH0I/AAAAAAAAABE/Q3F-i92Z6r8/s320/Nova+imagem+(1).jpg" border="0" />Leu o texto acima?? É um artigo de opinião publicado na edição de 2ª Feira do jornal "A Bola" assinado pelo antigo internacional português Paulo Sousa.<br /><br />Curiosamente publicado no mesmo dia em que um email do "Rio Maior Basket", clube dedicado ao basquetebol, chegava a diversas redacções da região com o seguinte ponto, que passo a transcrever:<br /><div align="justify"><span style="font-size:85%;"><em>"</em>As dificuldades de um clube na ‘dita’ Cidade do Desporto!!!<br />Com muitos anos ligados ao desporto na cidade de Rio Maior, è com enorme tristeza que vejo algumas coisas estranhas numa Cidade que se intitula com ‘’Cidade do Desporto’’. Tendo a perfeita noção das dificuldades económicas existentes no nosso país, e por consequência na nossa cidade.<br />O Rio Maior Basket, è um projecto que procura revitalizar o basquetebol na Cidade, depois de alguns projectos que acabaram por terminar, derivado a algumas situações mal geridas nos clubes onde existiu o basquetebol.<br />Durante a primeira temporada (2005/2006), o clube conseguiu ter duas equipas de seniores, uma masculina e outra feminina a participar nos campeonatos Nacionais da categoria. Tendo como únicos apoios por parte da Câmara Municipal a disponibilização de transportes para as deslocações nos jogos na condição de visitante, e instalações para os treinos e jogos na cidade de Rio Maior.<br />Com a entrada da segunda temporada (2006/2007), o Rio Maior Basket inscreveu 6 equipas na Federação Portuguesa de Basquetebol, com todas estas equipas o clube têm inscritos cerca de 80 atletas. Contando assim com os escalões de minibasquetebol, iniciados femininos e masculinos, juniores masculinos, seniores femininos e masculinos. Com tudo isto aumentaram assim os encargos correspondentes para a manutenção de todas estas equipas nos respectivos campeonatos.<br />Para fazer face a todos estes encargos, a comissão administrativa apresentou um projecto a Câmara Municipal de Rio Maior em Março de 2006, para exploração da imagem do Pavilhão Polidesportivo e organização dos Programas Pós Curriculares para os alunos do 1° ciclo da Cidade, tentando assim ser auto-suficiente em termos financeiros, abdicando assim dos normais subsídios camarários. Solicitando contudo os espaços e transportes para o normal funcionamento das equipas. Com espanto a Comissão Administrativa foi contactada por parte dos responsáveis pelo departamento de desporto da Câmara a dizer que o projecto não seria aprovado e que tinha que seguir os normais passos para atribuição de subsídios. Dada a conjuntura económica da Câmara esse mesmo subsídio foi um valor algo baixo para o funcionamento de um clube, e só chegou em Dezembro. Ficando assim o apoio por parte da Câmara, nesse subsídio, cedência de instalações para treinos e jogos, e transportes para alguns jogos dos escalões de Seniores.<br />Em Janeiro 2007 o clube è contactado telefonicamente por parte dos serviços camarários, contacto esse com o objectivo de comunicar que não mais havia cedência de transportes por parte da Câmara, situação que era para todos os clubes e associações do Concelho. Mas a comissão administrativa do clube têm conhecimento que alguns clubes continuam a utilizar os transportes cedidos pela Câmara. Também neste mês, foi solicitado junto da Desmor para se ligar o aquecimento, para um jogo que se realizou para a Taça de Portugal, este pedido foi negado por dificuldades económicas.<br />Em Fevereiro de 07, chegou um comunicado a dizer que dadas as condições económicas da Desmor, não se podiam realizar treinos com menos de 7 elementos. Esquecendo-se que no basquetebol os planteis têm em norma 10 a 14 elementos, e que a maioria das situações de treino resumem-se em situações de 3 contra 3. Não esquecendo que foi utilizado o mesmo critério para todas as modalidades que treinam dentro dos Pavilhões. Também vimos a partir desse mesmo comunicado os treinos passarem a efectuarem-se com iluminação reduzida.<br />Face a todas estas dificuldades, tem sido com a ajuda preciosíssima por parte dos pais dos atletas dos escalões de formação, que tem sido possível a estes manterem-se em competição. Nos escalões de seniores, tem sido com esforço conjunto entre técnicos e atletas que è possível as deslocações para os jogos a realizar fora da nossa cidade.<br />Mas como ainda não haviam problemas suficientes para as equipas de seniores poderem competirem, ainda se junta agora o problema do Pavilhão Polidesportivo não ter condições para se efectuarem jogos, e como consequência o clube vê-se forçado a procurar outras soluções para realização dos mesmos. Este fim-de-semana os jogos realizaram-se no pavilhão Gimnodesportivo, pavilhão este que para se efectuarem jogos tem pouquíssimas condições para a realização dos mesmos.<br />Com todas estas vicissitudes particulares existentes na dita ‘’Cidade do Desporto’’, um clube que procura dignificar o bom-nome da nossa Cidade e dar uma boa formação para as populações jovens do nosso concelho, vê-se assim privado das condições mínimas para o seu bom funcionamento.<br />Mas como todos sabemos, na dita ‘’Cidade do Desporto’’, todos os que vierem de fora e pedirem para poderem usufruir dos espaços existentes na Cidade, tudo lhe è imediatamente posto à ordem, nem que por isso tenha que se prejudicar quem pratica desporto na nossa Cidade.<br />Face a tudo isto, não seria mais fácil apoiar todos os Clubes que pretendam ter projectos credíveis para se poderem implementar no Desporto Nacional, baseados em formação desportiva da gentes jovens do nosso Concelho. Em vez de se patrocinar eventos e clubes que pouco ou nada dinamizam a nossa Cidade no panorama desportivo Nacional. "</span></div><div align="left"></div><div align="left">Eu já tirei as minhas ilações... Tire também as suas!<br /></div><div align="left"></div></div>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-75869698691025990192007-02-18T16:09:00.000Z2007-02-18T16:28:47.760ZFRIMOR I<a href="http://bp0.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/Rdh-pm8gJqI/AAAAAAAAAAk/-2l7PyWZBBU/s1600-h/ceb.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032911836880578210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/Rdh-pm8gJqI/AAAAAAAAAAk/-2l7PyWZBBU/s320/ceb.JPG" border="0" /></a><br /><div align="justify">Tenho a sensação, ano após ano, que a FRIMOR tenta mas não consegue livrar-se de espartilhos e duma programação-matriz "à mão" e por tal fácil de programar e de executar.<br />Rareiam rupturas, quase não existem criatividades motivantes, não se conhecem pensamentos profundos nem se usufruem decisões acertadas.<br />Poucos meses antes "do" 1 de Setembro a Câmara fala com pessoas, com associações, aceita algumas propostas, alguém dá uma ou mais entrevistas e o resultado destas e do evento é outro-tanto e o mesmo do certame anterior...<br />O labor dos intervenientes na montagem e direcção é evidente, mas trocá-lo-ia percentualmente por uma inovadora e cativante FRIMOR.<br />Falta de imaginação. Evidente. Laxismo. Também e notório.<br />Não basta um recente pavilhão. É preciso vivificá-lo com uma imagem forte, marcante, com conteúdos exaltantes. Para retornos sociais, culturais e comerciais no ano seguinte.<br /><br />Do aparato visual e operacionalidade de dezenas de toldos iguais, extrai-se a necessidade e o bom-senso. Não basta exibir, premiar e vender cebola. Esse ícone, esse temporário "ex-líbris" tem de ser mais e melhor Enaltecido, comercialmente recolocado na região e no país. Precisa de eficaz marketing. No pavilhão, faltam conteúdos históricos, sociológicos, culturais.<br /><br />Há uns anos, especialmente para a Feira de Setembro, a Câmara, porque sem imaginação para pegar a sério na raiz do problema - Feira, entendeu "reconstituir historicamente","a vida" ao tempo de D. Miguel. Como eu previ, esse tipo de evento estava condenado a três-quatro "evocações". Por falta de História, de espaço urbano igualmente histórico-cenográfico, por adulterações e outras diversificadas inconsistências... Valeu, porém, uma (insustentada) intenção e o compreensível esforço.<br /><br />Teria sido mais útil, oportuna e consentânea a reconstituição e reintrodução na cidade, de épocas caracterizantes da antiga "Feira de Setembro". Espaços não faltam. O centro da cidade seria redescoberto e conhecido, visitado, vivificado, recordado e possivelmente apetecido por forasteiros. O comércio agradeceria.<br />A FRIMOR, integrada, o pavilhão e espaços limítrofes ficariam para outras mostras: indústria, turismo, comércio, desporto, economia, cultura, associações, freguesias, outros serviços e agricultura devidamente exibidas. Hoje, teríamos uma "antiga", renovada e identitária Feira.<br />Criando um "corredor" feirante, exibicional, turístico e cultural desde a Rua Dr. Francisco Barbosa e Casa de D. Miguel até ao pavilhão, ou vice-versa. Como "dantes".<br />"A Feira" tem de voltar a ser reanimada, trabalhada e orientada por um grupo de cidadãos. Este modelo de feira montada e accionada pela Câmara não serve!<br />Não exalta nem projecta o Concelho!<br />Senhores autarcas, se quiserem, chamem e apoiem essas pessoas. Trabalhem talentosamente com as associações. Mas muito sinceramente duvido que queiram. E deixem de partidarizar tudo e (quase) todos.<br /><br />(continua)</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-17102733952197569622007-02-11T21:04:00.000Z2007-02-11T21:20:16.512ZResultado Final: SIM<div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/__Q1JAjQippw/Rc-GHj_I9AI/AAAAAAAAAAo/8y2l8OOC8ec/s1600-h/Nova+imagem.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5030386773273408514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/__Q1JAjQippw/Rc-GHj_I9AI/AAAAAAAAAAo/8y2l8OOC8ec/s320/Nova+imagem.bmp" border="0" /></a>E neste final de noite de domingo soube-se que o sim ganhou no referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez.<br /><br /><br />Longe de mim, ao contrário de outros, bradar vitória, saltar pular e aplaudir. Porque este é um referendo sobre uma questão moral, de decisão individual, e não nos podemos esquecer do elevado nº de votantes do não.<br /><br />Resta-nos agora esperar pela regulamentação a ser imposta pelo poder legislativo, a aprovar brevemente na Assembleia da Républica, e devemos ter a consciência que esta decisão será geradora de uma mudança social no nosso Portugal.<br /><br />Para quem quiser consultar aqui deixo os <a href="http://esnips.com/doc/71233f8a-8634-44cb-82c4-061a5c1e8903/COMPARATIVO-REFERENDO-2007---RIO-MAIOR">resultados do referendo no concelho de Rio Maior</a>. </div>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-51911313942583239762007-02-08T03:54:00.000Z2007-02-08T03:56:09.022ZMINA DO ESPADANAL E BIBLIOTECA<a href="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RcqfAj7bOcI/AAAAAAAAAAY/WiDcILTRvfg/s1600-h/hhh.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5029006765905885634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RcqfAj7bOcI/AAAAAAAAAAY/WiDcILTRvfg/s320/hhh.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Lidos os comentários sobre o meu post "Salvem a Mina", vamos a mais alguns factos:<br /><br />À Câmara compete decidir o que quer fazer da Mina. Urgentemente.<br />Se a vende e por que preço, ou troca, porquê e com quem. Ainda, se a deixa ao abandono. Ou, como tem acontecido, dela não se lembrará nos próximos tempos. Quer a venda, troque, abandone ou esqueça, há uma questão fulcral - quando e até quando.<br /><br />Eu, não hesitaria: angariaria o dinheiro necessário (não é difícil, depende da imaginação, conhecimentos e vontade) para a restaurar, manter e reprojectar com outras funções. Obviamente que para recolher esses apoios a Câmara terá de possuir um discurso determinado e consubstanciado que suporte um (inexistente?!) projecto. Mas a Câmara não tem urgência nem projecto.<br /><br />Nesse local poderá ser instalado por exemplo um complexo cultural polivalente: Arquivo e Museu Municipal, salas para exposições, anfiteatro, História da Mina, amplo jardim com zonas pedonal e de lazer... Só temo que para a História da Mina e do Concelho não existam documentos suficientes, tal o laxismo durante décadas. Daí, o meu antigo artigo "Escrever a História", neste blog, alertando para o facto de ninguém estar a "recolher" o Passado e o Presente do Concelho.<br /><br />Para "A Mina", sei que um ex-vereador teve rara visão e projecto. Lamenta-se que tivesse renunciado ao cargo. O "caso Mina" é um entre tantos, no país, governado por ministros ou autarcas incompetentes, sem "rasgos", temerosos nas necessárias rupturas sociais, ambientais e culturais.<br />Caro leitor: já leu o site "Rio Maior" e enviou o seu apoio?<br /><br />Não resisto recordar e a propósito: Aquele edifício, passe as proporções e localizações, faz-me lembrar um outro, mas em Londres, e que hoje é tão-só a <strong>Tate Modern</strong>! Também uma antiga (e muito maior) "factory", recuperada e hoje "centro" da arte contemporânea mundial!<br /><br />Por óbvio, ninguém sensato, quer fazer da Mina um centro de arte nacional e competitivo, mas pode, repito, possuir áreas polivalentes também para a contemporaneidade.<br />Em 1978, fui um dos 10 artistas portugueses convidados para a I Bienal de Arte de Cerveira. Chegámos à vila que mais parecia uma aldeia semi-deserta, com população desconfiada perante os artistas e muitos dos meus amigos chegaram a esboçar regressos a Lisboa e ao Porto. Mas ficaram. E hoje, após tantas bienais, Cerveira transformou-se - e de que maneira! - devido à arte. Caso único no país: a Cultura fez evoluir uma vila e colocá-la numa obrigatória rota turística, económica e cultural...<br />Rio Maior nunca será Londres nem Cerveira, mas tem que se distinguir e impor para além da "cidade do desporto". Atenção às gerações!...<br /><br />Um comentador ao meu anterior post colocou a seguinte questão: será que os membros da Comissão Para a Defesa do Património têm interesses pessoais na zona? E acrescenta: "se não tivessem, não fariam parte da Comissão concerteza, pois os interesses financeiros estão sempre acima de qualquer património, cultura ou país". Eu compreendo a sua apreensão, face ao que infelizmente se passa neste país.<br /><br />Meu caro, esclareço desde já: fui recentemente convidado para a CPDP e aceitei, no passado dia 01 de Fevereiro. Não tenho um milímetro de terra nessa zona para vender. Nem vou comprar para transaccionar mais tarde, como por exemplo alguém tem feito na zona da Ota... Aceitei, tão-só porque quero e poderei ser útil ao desenvolvimento da cidade e do Concelho.<br /><br />Quanto à Biblioteca Municipal:"Assim" abrirá as portas nos horários normais e extraordinários, enquanto houver dinheiro, tolerância(!) para a sua existência e alguma "carolice".<br />De facto, e por o que me têm contado, necessita doutra dinâmica e dum outro "olhar"-entendimento da autarquia para com esse preciosíssimo bem comunitário.<br /><br />A "oposição" actualmente eleita fará o que a soma do seu grau cultural e cívico lhe exigir para não ficar calada nem quieta. Ou seja, pouco, também e reconheça-se, porque manietada por uma (frágil) maioria partidária institucionalizada nos centros de decisão concelhios e vigilante sobre eventuais pré-rupturas e pensamentos próprios dos cidadãos ou associações.<br />Melhores dias virão! - mas para que isso aconteça, as populações têm que pensar muito mais nos seus interesses do que nos interesses doutros...<br />Escolhendo "mudança"! Exigindo Desenvolvimento, Conhecimento e Cultura!<br /><br />Recordo-me bem que em 2001, o Sr. Presidente da Câmara anunciou numa entrevista ao "Região", que a partir do anterior mandato, o Concelho passaria do "betão" para a fase do intelecto! As populações esperam usufruir regular e metodicamente, dessa promessa, sublinho, por cumprir.<br />Passados três meses sobre a sua inauguração, a Casa da Cultura continua encerrada. A Câmara nada explica nem anuncia. E os deputados e vereadores da oposição não são capazes de fazer agendar tão premente e preocupante caso? E as rádios e o jornal locais não pesquisam nem indagam ? E os cidadãos não perguntam e calam-se?</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-77731053976425804792007-02-04T00:00:00.000Z2007-02-04T17:33:08.284ZReferendo de 11 de Fevereiro<div align="center"><a href="http://bp1.blogger.com/__Q1JAjQippw/RcVGgx3XsDI/AAAAAAAAAAc/5I3jp1r77qc/s1600-h/2_138_14878_mulher_triste.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5027502087984361522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/__Q1JAjQippw/RcVGgx3XsDI/AAAAAAAAAAc/5I3jp1r77qc/s320/2_138_14878_mulher_triste.jpg" border="0" /></a> <strong><em>"<span style="font-size:85%;">Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"</span></em><br /><br /></strong><div align="center"><em><span style="font-size:85%;"></span></em></div><div align="justify">Esta é a questão sobre a qual os portugueses são chamados a pronunciar-se no referendo do próximo dia 11. Uma pergunta que parece simples mas que esconde um mundo de outras questões bem mais complexas. </div><div align="justify"><br /></div><div align="justify"></div><div align="justify">Na base deste referendo está, ou deveria estar apenas, uma alteração ao Código Penal, artº 142, que descriminaliza a prática de aborto por parte das mulheres até ás 10 semanas. Mas eis que depois se lança para a fogueira da opinião pública o direito à vida, o conceito de vida, a expressão de interesses de confissões religiosas, etc... </div><div align="justify"><br /></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Desde já confesso que respondo <strong>SIM </strong>a esta questão porque penso que as mulheres não devem ver criminalizada uma situação que para elas será sempre violenta. Não acredito que nenhuma mulher tome de ânimo leve a decisão de recorrer a este método e não acredito que, mesmo com o melhor dos acompanhamentos médicos, ele não lhe deixe marcas psicológicas que a acompanham ao longo da vida. </div><div align="justify"><br /></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Mas o que me preocupa é o que não está em discussão neste referendo: a Educação Sexual nas escolas que é inexistente, o aconselhamento e planeamento familiar que não funciona, os incentivos ao aumento da taxa de natalidade, etc... Talvez os fundos investidos nesta campanha de referendo fossem muito melhor investidos nestas áreas pois com uma melhor formação o recurso ao aborto seria substancialmente reduzido. </div><div align="justify"><br /></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">A Organização Mundial de Saúde defende que: “Os governos têm de avaliar o impacto dos abortos inseguros, reduzir a necessidade de abortar e proporcionar serviços de planeamento familiar alargados e de qualidade, deverão enquadrar as leis e políticas sobre o aborto tendo por base um compromisso com a saúde das mulheres e com o seu bem-estar e não com base nos códigos criminais e em medidas punitivas. (...) As mulheres que desejam por termo à gravidez deverão ter um pronto acesso a informação fidedigna, aconselhamento não-directivo e em paralelo, devem ser prestados serviços para a prevenção de uma gravidez indesejada assim como a resolução e reposta face a possíveis complicações” </div><div align="justify"><br /></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Esperemos que, qualquer que seja o sentido da votação do próximo dia 11, muito se evolua neste dominio nos próximos anos no nosso país. Estamos aqui, como em muito outros sectores, a anos-luz dos nossos parceiros comunitários. </div><div align="justify"><br /></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">A todos só peço uma coisa: <strong>Quer votem Sim ou Não, Votem!</strong> Não fiquem em casa e expressem nas urnas os vossos sentimentos.</div></div>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-6437507045092623052007-02-02T01:03:00.000Z2007-02-02T01:04:42.495ZSalvar a Mina<a href="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RcKN9j7bObI/AAAAAAAAAAM/GwfJatR6tFo/s1600-h/chamin.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026736222854920626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2YiqoxrDQJE/RcKN9j7bObI/AAAAAAAAAAM/GwfJatR6tFo/s320/chamin.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">O Grupo de Estudos Riomaiorenses (GER) tem um muito bom site na internet: "Rio Maior".<br />Nele, encontramos praticamente todo o património histórico edificado no Concelho.<br />Dinamizado pelo arquitecto Nuno Alexandre Rocha, o GER formou recentemente a Comissão Para a Defesa do Património, da qual fazem parte Nuno A. Rocha, António Feliciano Jr., Eva Neves, João A. Calado da Maia, João de Castro, José da Silva Pulquério e Manuel Sequeira Nobre. Significativa, a presença de três ex-presidentes da Câmara.<br /><br />Ora, a Comissão Para a Defesa do Património (CPDP) está neste momento a recolher assinaturas para a Petição para a Classificação do Património Mineiro Riomaiorense, que será oportunamente enviada à Câmara Municipal, de quem se espera medidas adequadas de modo a salvar "A Mina" e legá-la às gerações futuras para fins, por que não, culturais?<br />Que muito bem serviria para um Centro Cultural polivalente (também com a História da Mina, se recuperável) e nele inserido o tão urgente Museu e Arquivo Municipal!!!<br />Que útil, um excelente Parque/Jardim à volta!<br />"A Mina", realce-se, é Património de Interesse Municipal (IPPAR, 05 de Julho de 2006).<br />"A Mina", note-se, está inventariada pela Ordem dos Arquitectos no Inquérito à Arquitectura em Portugal no Séc. XX.<br />"A Mina", orgulhamo-nos, está na base de dados da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.<br /><br />"A Mina" pode desaparecer, dado que os seus espaços e área adjacente, estão à venda. Pelo município. Um dia, talvez no lugar do raro património que nos resta e identifica, se erga um enorme armazém ou ou hiper-mercado. Tudo é possível – o dinheiro manda, os senhores autarcas nem sequer vacilam e a História fenece.<br /><br />"A Mina", ou melhor, o Complexo da Mina do Espadanal, tem que ser salvo, recuperado e entregue aos munícipes!<br />Mesmo que tivéssemos muitos e bons monumentos (infelizmente não existem), "A Mina", pela sua História e extraordinária área edificada, teria de permanecer "entre os seus".<br /><br />Caro conterrâneo, passa por si um outro futuro. Saia da inércia. Consulte "Rio Maior" na internet, leia a Petição e...se assim entender, envie o seu apoio. O meu já lá está.<br /><br />Um apelo pessoal aos senhores presidente e vereadores: "vasculhem" os meios necessários, porque eles existem; contactem com as pessoas entendidas no caso; interessem-se (de vez em quando) pelo Património, pela Cultura, pelo Futuro salvaguardando o Passado.</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1169670223790318242007-01-24T20:22:00.000Z2007-01-26T00:45:03.463ZASSOCIAÇÕES CULTURAIS – II<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/748545/sem%20t??tulo.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/492862/sem%20t%3F%3Ftulo.jpg" border="0" /></a><br />Tive projectado um texto-II, muito maior e detalhado do que este, sobre as Associações Culturais no Concelho.<br /><br />Entretanto, fui agradavelmente surpreendido pela notícia do Encontro que algumas delas vão ter na próxima sexta-feira, 26, pelas 21H00, na Biblioteca Municipal.<br /><br />Esse meu texto proporia exactamente um Encontro concelhio entre todas, para debaterem as suas vivências e reprojectarem o futuro.<br /><br />Com os meus votos para que do Encontro frutifique uma consolidada união na defesa dos seus interesses e revigorem energias (bem precisas!) para novas programações e objectivos alcançáveis, apetece-me testemunhar que AS ASSOCIAÇÕES SABEM O QUE QUEREM, PORQUE EXISTEM E...PARA QUE PERSISTEM!<br /><br />Portugal e o Concelho de Rio Maior fazem parte duma sentida, salutar e recomendável "carolice" planetária, sem a qual todos estaríamos bem mais pobres nos patrimónios, nas culturas e nas pessoas. Onde quer que estivéssemos de visita ou vivêssemos quotidianamente: da Índia aos USA, da Austrália a Portugal.<br /><br />Bom Encontro!</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1169002500204286442007-01-17T02:53:00.000Z2007-01-23T00:13:28.436ZASSOCIAÇÕES CULTURAIS - I<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/643575/Pessoa.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/281904/Pessoa.jpg" border="0" /></a><br />"Primeiro, estranha-se; Depois entranha-se".<br />Este, foi o slogan de Fernando Pessoa (esse mesmo, o genial poeta!) para a Coca-Cola, quando a bebida norte-americana tentou pela primeira vez escorrer em Portugal. Sabe-se, Salazar (o que vai vencer "O Maior Português de Sempre") proibiu-a! Caetano (o tímido liberal) nem sequer ligou ao assunto, e o "fruto proibido" começou timidamente a ser consumido em pequenas doses. Era uma festa-orgia cultural, quando alguém saboreava, afinal, a inocência-em-garrafa!<br /><br />A Cultura-Culta (C-C) proporcionada pela autarquia riomaiorense nos já muitos inócuos anos, não tem (es)corrido conforme as necessidades e evoluções geracionais, económicas, culturais e...demográficas das populações do Concelho.<br />Alguém, na autarquia socialista, não deixou que a C-C se entranhasse nos cidadãos, porque os senhores vereadores e o senhor presidente não estranharam até hoje, tantos dias e tantas noites sem ponderada, adequada e vital programação, se exceptuarmos uma tentativa-esperança ao tempo do vereador Vítor Damião, mas logo "serenada" pelos limites financeiros, estratégicos, programáticos e...outros.<br /><br />Antes e depois, pouco mais do que nada, ou seja, ocasionais eventos de C-C ocorreram.<br /><br />Não têm provado (mas sabem que existe) o "fruto proibido". Temem-no.<br /><br />Daí, não estranhemos (mas lamenta-se bastante) o tratamento institucional, os apoios, dados às Associações Culturais.<br /><br />Também se percebe (e muito) a sentida "ausência" da senhora vereadora da Cultura desde que tomou posse. Não há uma entrevista de fundo, nem o anúncio dum projecto global. Senta-se, olha, sorri, fala quase nada, marca presença.<br /><br />Desculpe-me a senhora (que não conheço pessoalmente), mas estamos perante uma cultura tipo chá-e-torradas. Mais um bom-bom.<br /><br />Acaso já foi a todas as Associações Culturais para conhecê-las profundamente e colher sugestões, entender objectivos, fortalecer contactos, definir estratégias, apreciar trabalhos, sensibilizar-se com tamanhos esforços e talentos dos "carolas"?<br /><br />Com quantas falou? O que lhes disse? O que (não) prometeu?<br />Espero que entenda: Cultura-Culta não é obrigatoriamente uma ópera ou uma exposição. É por certo e também, uma desfolhada nos Chãos, a Natureza salvaguardada e reprojectada pela H2O, ou uma dança dos Ranchos!<br /><br />Para dinamizar o Concelho, muitíssimo mais do que um slogan, é necessário outro tipo de trabalho. Entender --e amar-- as pessoas. Apresentar mais, novos e consentâneos projectos.<br /><br />Manifestamente o actual executivo já não consegue ter ideias "arejadas",inovadoras, surpreendentes e estimulantes ! Também para a C-C !<br /><br />Cansou, são muitos anos! Não consegue Ver, só olha! Orienta a amiba e gere os tentáculos que criou!<br /><br />DESENVOLVIMENTO. CONHECIMENTO. CULTURA.(*)<br />Estranho?<br />Nada estranho! -- vai entranhar-se a partir de 2009 !<br /><br />(*) Muito eu gostaria que assim fosse, para todos!</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1168560671952518052007-01-12T00:09:00.000Z2007-01-26T16:26:46.593ZDisparidades, Conecções e Temores<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/997012/qqq.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/283774/qqq.jpg" border="0" /></a><br />O governo cortou nas verbas destinadas às autarquias. Estas, ameaçaram retaliar e que me lembre, prejudicariam o ensino, assistência social, ajuda humanitária, defesa do ambiente. O desporto/futebol não fez parte desse alvo, foi transformado em seta! Aliada!<br />O executivo camarário riomaiorense assinou recentemente contratos-programa de apoio a 44 associações culturais, desportivas, ambientalistas, recreativas e humanitárias.<br />Vejamos parcelarmente as verbas atribuídas:<br />30.900,00 Euros - 25 colectividades. Juventude, Educação e Cultura (25.300,00 destinados a actividades e 5.600,00 para obras);<br />163.100,00 Euros - 19 Clubes/Associações Desportivas (na totalidade, para a “realização de actividades”).<br />Mais, e para a educação:<br />6.264,00 Euros - Associações e Juntas de Freguesia (enriquecimento escolar no 1º CEB, refeições + utilização de instalações para aulas de Actividade Física e Desportiva);<br />208.000,00 Euros - pagamento a professores (protocolos com entidades/empresas que leccionarão as disciplinas de Actividade Física e Desportiva, Inglês e Educação Musical.)<br /><br />Concluindo: disparidades. Perigosos disparates. Conecções sociais. Temores sociológicos.<br />Para a Câmara, 25 colectividades cuja génese e labor proporcionam compreensões, progressões, e urgente, salutar desenvolvimento colectivo, valem menos do que 19 que durante 1 ano correm o risco de nada “produzir” para além da (igualmente necessária !) saúde física. Prefere a exibição desportiva fugaz, popularmente excitante e por tal eleitoralmente rentável, ao “pib” intelectual e cultural. A saúde mental é quase esquecida – algum autarca, durante um mandato, a ela se dedica e refere publicamente?<br /> <br />A Câmara continua insensível face ao investimento que tem a obrigação(!) de fazer(!!) para o desenvolvimento intelectual. Respeita (só institucionalmente) os “carolas”. Passa ao lado, bem longe aliás, duma específica divulgação cultural. Não sabe o que fazer ao ambiente, à Natureza. Conhece, q.b.(ou pouco mais), que existem associações humanitárias. Espreita pela porta de entrada as associações recreativas. Se puder, pisca o olho partidário à juventude. Adora o futebol e seus “agentes”! <br />Porque não percebe e ignora diferenças geracionais, é inábil a motivá-las para uma vivência global. Insinua-se perante elites em detrimento dos mais desfavorecidos. Acarinha e usa quem lhe dá mais mediatismo e… possíveis apoios quadrienais. Afasta-se de muitos, tolera uns quantos, abraça poucos. <br /><br />Há espaços desportivos (e afins) cuja manutenção custa muito dinheiro. São (têm que ser!…) vivificados, razoavelmente rentabilizados, projectam Rio Maior. Reconheço-lhes importâncias várias. Pululam atletas (do futebol ao atletismo) contratualmente a manter. Alguns, muito bons “embaixadores” do Concelho.<br />Mas também já existem espaços culturais que têm de ser mantidos e programados, só que para estes, o dinheiro é sempre “curto”…os dígitos “congelam”. E não sabem(!) nem querem “usar” um dos maiores poetas contemporâneos, Rui Belo. A propósito: há anos foi anunciado e protocolado pela Câmara o Prémio Rui Belo…cujos resultados se desconhecem em Rio Maior…<br />Se quiserem: entre, por exemplo um emblema ou clube de futebol (eu gosto de futebol), e uma associação ambientalista ou cultural dinâmica (é-me incomparavelmente muito mais útil e imprescindível a Natureza e a Cultura), a autarquia privilegia o “desporto rei”! Algumas dúvidas? E o que é mais importante para o futuro das gerações do - e no - Concelho ?<br />A Câmara não salvaguarda, não projecta, a maior preciosidade de todos: o Conhecimento !<br /><br />Concluo que “falta mundo” aos nossos actuais autarcas. Contentes consigo mesmos, olham, mas não vêem! <br />Temem a acção cívica, o entendimento social e evolução cultural doutros! A prova, está também na atribuição desses subsídios e será muito interessante verificar quem-é-quem no entendimento dos senhores vereadores e do sr. presidente.<br /><br />PS<br />1. Vide o meu post neste blog, a 13 de Dezembro, intitulado “Pérolas”.<br />2. Estou, devem estar todos os riomaiorenses, expectantes face ao orçamento e programação para a Casa da Cultura!</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1168394926112397592007-01-10T02:06:00.000Z2007-01-16T20:09:43.606ZUma Queda Anunciada<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6837/2728/1600/928700/Imagem%20017.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6837/2728/320/81396/Imagem%20017.jpg" border="0" /></a>Em Novembro uma fenda anunciava a queda. Nesse mesmo mês a Escola Superior de Desporto abandonava as instalações da antiga Escola Comercial, ex-biblioteca Laureano Santos, e mudava-se para a antiga Escola Primária nº 1, ex-Centro de Juventude Riomaiorense.<br /><br />Apesar de ser conhecido o problema ninguém tomou, em devido tempo, a decisão de tentar controlar a situação e impedir a derrocada. E assim desde Dezembro que se encontra como a foto documenta um edifício que é parte da história da cidade. Como quase ninguém vê os danos, tapados pelos edifícios em frente, deixa-se arrastar a situação, degradar ainda mais.<br /><br />Em Maio de 2003 Silvino Sequeira dizia ao jornal “O Mirante”: “Gostava de ter o meu nome na história local. Pelo que tenho feito em nome do interesse público acho que a História de Rio Maior terá de ter pelo menos uma alínea sobre o Silvino Sequeira”.<br />Terá mais que uma alínea com certeza e o historiador decerto questionará o facto de o seu colega, licenciado em História, permitir a continua degradação dos monumentos locais (Vila Romana, Fontes e Fontanários históricos, Instalações da Mina do Espadanal, Capela de Nª. Srª. da Victória e às ruínas do Paço Senhorial Medieval, etc..)<br /><br />Como diz o meu caro amigo Manuel Barbosa toda a gente se esquece da cultura nesse nosso concelho e também do potencial turístico que poderia resultar do correcto aproveitamento dos seus monumentos.<br /></div>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1168183602280556722007-01-07T15:15:00.000Z2007-01-09T23:25:08.333ZDisparates<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5665/2408/1600/467601/Francisco%20Barbosa.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 347px; TEXT-ALIGN: center" height="320" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5665/2408/320/297455/Francisco%20Barbosa.jpg" width="251" border="0" /></a><span style="font-family:arial;">Sobre a inqualificável requalificação do Jardim Municipal já quase tudo foi dito e quase tudo é mau!<br /><br />Desde a mais singela falta de gosto até às mais aberrantes “soluções” , tudo se pode encontrar neste jardim mal plantado.<br /><br />Na peregrina ideia de querer agradar a “gregos e troianos”, tentou-se aproveitar algumas coisas do antigo jardim, mas o seu enquadramento no novo espaço foi completamente descurado.<br /><br />Não querendo já falar nas árvores, veja-se a valorização que foi dada à estatuária/monumentos existentes.<br /><br />Repare-se no que fizeram ao busto do saudoso Dr. Barbosa. Para além de o deixarem totalmente desalinhado com o espaço envolvente, recentemente chaparam-lhe com o taipal que a foto ilustra. E nem as palavras correspondem às originais</span><span style="font-family:arial;"> o que, para além de uma enorme falta de gosto, é sobretudo, uma falta de respeito pela memória de tão ilustre riomaiorense!<br /><br />Realmente há cabeças pensantes neste município que só mesmo à martelada. É que só um “cabeça de martelo” se lembraria desta solução!<br /></span></div><div align="justify"><span style="font-family:Arial;"></span> </div><div align="justify"><span style="font-family:Arial;">Do meu caro amigo Manoel Barbosa recebi este inestimável complemento:</span></div><div align="justify"><span style="font-family:Arial;"></span> </div><div align="justify">" <span style="font-family:arial;color:#3366ff;"><em>De facto tem-se verificado no Jardim Municipal, desde há muito, um inexistente conhecimemto cultural e estético para colocar algumas esculturas, dentre as quais umas quantas herdadas dum Encontro de Escultura ocorrido na Serra dos Candeeiros. Algumas foram vandalizadas e não reparadas imediatamente; quase todas,colocadas "ao contrário" da luz natural e nenhuma iluminada durante a noite; duas, permaneceram meses desmontadas pelos serviços camarários; nenhuma foi colocada sobre uma necessária base em pedra ou madeira; etc.</em></span></div><div align="justify"><span style="font-family:arial;color:#3366ff;"><em></em></span> </div><div align="justify"><span style="font-family:arial;color:#3366ff;"><em>Desde Novembro de 2005, colocaram no Jardim uma outra escultura, alusiva ao Patrono dos Escuteiros, francamente má, péssima, não só pelo corpo atarracado, ergonomicamente calculado ao momento, conforme a pedra "deu",e sabe-se que a pedra não é elástica...</em></span></div><div align="justify"><span style="font-family:arial;color:#3366ff;"><em></em></span> </div><div align="justify"><span style="font-family:arial;color:#3366ff;"><em>Agora, o triste exemplo da lápide identificadora do busto criado por um Mestre da escultura portuguesa, Leopoldo de Almeida! Francisco Barbosa e Leopoldo não merecem aquela placa despropor4cionada na dimensão e nas letras, certamente pensada "assim chega, está bonita, cole-se!". Restam, não vandalizadas, a obra, excelente, de Lagoa Henriques frente ao Palácio da Justiça, bem como o mural de Leonel Moura no Quartel da GNR.</em></span></div><div align="justify"><span style="font-family:arial;color:#3366ff;"><em></em></span> </div><div align="justify"><span style="color:#3366ff;"><span style="font-family:arial;"><em>Pelo país, tenho encontrado outros péssimos (e também bons, excelentes) exemplos. A maioria dos autarcas são incultos, ignorantes e não querem rodear-se de quem, culturalmente sabe muito mais do que eles. Têm destruido esteticamente uma quantidade preocupante e irrecuperável do território urbano e paisagístico! Nem a luz natural, uma das melhores do planeta, sabem, querem respeitar! Melhores dias surgirão, também para o Concelho de Rio Maior</em></span>."</span></div>EdgardGomeshttp://www.blogger.com/profile/04554944335863406357noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1168023157092309142007-01-05T18:49:00.000Z2007-01-07T23:47:17.106ZP.S's *<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/648742/qqq.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/876885/qqq.jpg" border="0" /></a><br /><strong>PS 0</strong> – Não quero postar assuntos pessoais neste blog, mas…<br /><br /><strong>PS 1</strong> – Amigo riomaiorense sorriu e informou-me: alguns “círculos” locais concluíram que eu me “estive a oferecer” para algo na Casa da Cultura, ao escrever neste blog sobre a inexistente programação e incrível, surreal, até hoje inexplicado encerramento na noite em que foi inaugurada!<br /><br />Muito nos rimos de quem pensa que eu precisaria ou me sujeitaria a “trabalhar” com um pelouro débil e q.b., seu vereador programaticamente ausente, sem projectos nem conhecidas ideias e “sob” decisor presidencial mais que “percebido” ao fim de duas décadas. Descansem: não quero “trabalhar na Câmara”!<br /><br /><strong>PS 2</strong> – Podem, os “quadros” partidários, moverem-se como (legitimamente) entenderem para ascenderem a cargos camarários, porque jamais(!) me candidatarei a….nada !<br /><br /><strong>PS 3</strong> - Porém, não recusarei especial colaboração, muito activa, para ajudar a proporcionar uma regular, criteriosa e merecida vida sócio-cultural no Concelho – o que até este momento não tem acontecido…<br />Obviamente, com outro e diferente executivo camarário. A partir de 2009.<br /><br /><strong>PS 4</strong> – ”Há mais vida para além”!… do PS.<br /><br /><strong>PS 5</strong> – Também soube que “corre” peculiar entendimento sobre a minha acutilância em relação a algumas decisões camarárias. Ou seja, dado que vendi uma obra pictórica “à Câmara” (Novembro de 2001) devia estar “calado”….<br />Esclareço: <strong>a)</strong> a obra foi concretizada porque o sr. Presidente da Câmara me “encomendou” uma pintura para a Biblioteca Municipal. E devo esclarecer que não me pediu especiais cores, traços, volumes ou tema. Respeitou a minha criatividade; <br /><strong>b)</strong> a venda da obra foi negociada com o sr. Miguel Paulo, então Vereador da Cultura. Também enalteço o seu “charme” para comigo e para com a entidade/pessoa que gere a minha produção, dadas as consecutivas e conseguidas reduções do preço total. Hábeis conversações por vezes intensas, de M.Paulo, que beneficiaram o dinheiro-investimento público; <br /><strong>c)</strong> não pude oferecer a obra aos munícipes. A Câmara pagou simbolicamente (só) X , satisfazendo parcialmente o meu compromisso contratual com a referida entidade. O restante (27%) e todo o material, paguei eu. Ou seja, nada ganhei. <br /><strong>d)</strong> não vendi a obra “à Câmara” nem a ninguém em particular, mas sim aos riomaiorenses. Aos meus conterrâneos.<br /><br />Muito mal está a vida em sociedade e periclitante a liberdade, quando as pessoas pensam que pelo facto de venderem qualquer coisa a uma autarquia ou ao Estado, têm a obrigação de cercear o entendimento e raciocínio próprios, silenciar a sua voz crítica. Serve igualmente para quem, no aparelho do Estado ou nas autarquias, compra matéria para estagnar cérebros, proporciona emprego para aquietar reacções, promete futuro/s em troca de conivências . Infelizmente abundam casos desses !<br /><strong><br />* Post-scriptum</strong></div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1167787741083888372007-01-03T01:07:00.000Z2007-01-06T19:34:34.793ZAno Novo, Vida Nova!!<a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6837/2728/1600/34210/IMAGE_00068.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6837/2728/320/734429/IMAGE_00068.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify"></div><p align="justify">Mais um ano, mais 365 para pensar e decidir o futuro de Rio Maior.<br />Nos últimos dias do ano mais uma Assembleia Municipal onde se aprovou o Orçamento e Grandes Opções do Plano da Câmara Municipal de Rio Maior. Para além disso mais uns quantos empréstimos para completar as obras de requalificação urbana.<br />Ficámos também a saber que a nova data para arranque das obras na Av. Paulo VI é o próximo mês de Março de 2005.<br /><br />E lá disse o Sr. Presidente que não quer despedir ninguém mas não hesitará, em momento algum, em enviar trabalhadores para o quadro de supranumerários da Função Pública.<br /><br />E revelou o "grande segredo" por detrás da operação de pagamento dos débitos aos fornecedores no valor de cerca de 2 milhões de euros: andar 2 anos sem lhes pagar, recolher os fundos num "saco-azul" do orçamento autárquico e depois pagar tudo de uma vez para fazer boa figura. É claro que as empresas que estiveram meses sem receber as suas facturas não devem achar muita piada a este "Êxito Municipal"!<br /><br />Sobre o Orçamento dizer que é bem menos detalhado que a versão do ano anterior. Para quem conhece um pouquinho de contabilidade só lá estão as principais sub contas, todo o detalhe foi omitido, talvez porque este ano o orçamento tem que ser publicado no site do município e não convêm que nenhum "bisbilhoteiro" conheça os números das diversas actividades.<br />Para quem quiser dar uma olhadela fica aqui o documento: <a href="http://www.esnips.com/web/riodaponte">Orçamento CMRM</a><br /><br />PS: Nota para o tratamento "ofensivo" de que foi alvo o presidente da H2O, Alexandre Jacinto, que esperou até às 4 da manhã para falar no período consignado ao público, e que não viu as suas questões respondidas nem soluções para o futuro do movimento associativo em Rio Maior. Dr. Silvino Sequeira não se trata assim um jovem que já fez muito pela divulgação do nome deste concelho. Mesmo não se tratando de uma Susana Feitor ou de um João Vieira, este jovem "marcha" muito em defesa dos jovens de Arrouquelas.</p>Vasco Tavaresnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1167418451967926512006-12-29T18:53:00.000Z2007-01-04T14:47:11.263ZCultura na Balança<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/931366/balanca.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/551486/balanca.jpg" border="0" /></a><br />Neste período de "balanço" do ano que passa, também eu, como riomaiorense, retrospectivei a Cultura que a Câmara ignorou, e sobretudo a que não proporcionou.<br />Mau demais!<br />Assim se perdem quotidianamente apetências, Conhecimento, progresso, integração plena na sociedade! (Suspeito que alguns políticos profissionais deste país não querem que os cidadãos progridam a partir da Cultura...<br />Probabilidade que faz-me arrepiar, ao lembrar outros tempos e personagens!)<br />Votos para que a Cultura pública, em 2007, aconteça !<br />Com surpresas ! E com a participação dos riomaiorenses num alargado e plural debate sobre o Concelho !<br /><br />Excelente 2007 para todos !</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1167273778144748092006-12-28T02:39:00.000Z2006-12-28T02:42:58.183ZA espera...<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7602/2397/1600/842777/ampulheta.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7602/2397/320/714304/ampulheta.jpg" border="0" /></a><br /><em>A 6 de Outubro, o PSD assinava um Requerimento destinado a obter respostas da Câmara Municipal de Rio Maior sobre um tema que muito intriga os Riomaiorenses.<br /><br />Como ainda não há resposta, eis que se volta a publicar o texto. Pode ser que alguém se lembre e o vá buscar ao baú…<br /></em><br /><br /><strong><span style="color:#330033;">REQUERIMENTO<br /><br />Em Abril de 2004, um elemento do PS de Rio Maior elogiou em Assembleia Municipal, o bom andamento das obras do novo terminal rodoviário, na altura em construção.<br /><br />Em Maio de 2006, com a obra concluída há largos meses, Silvino Sequeira, disse que estávamos “a meio do ano lectivo e que 90% dos utilizadores da Rodoviária são estudantes”, justificando assim o facto da infra-estrutura não estar ainda ao serviço de Rio Maior e dos riomaiorenses.<br /><br />Apontou igualmente problemas na instalação eléctrica, considerando, no entanto, que estariam “reunidas as condições para que, no próximo ano lectivo, aquela infra-estrutura” entrasse em pleno funcionamento.<br /><br />Chegamos a Outubro de 2006 com o ano lectivo já em andamento e com o terminal rodoviário ainda encerrado.<br /><br />O PSD não quer que estas razões voltem a ser invocadas daqui a alguns meses para continuar a justificar esta situação. Assim, pretendem o PSD e os riomaiorenses saber:<br /><br />1 – Haveria, em Maio de 2006, outras razões para além das divulgadas para o atraso no início de actividade do terminal?<br />2 – Não havendo, que motivos neste momento estorvam a abertura aos riomaiorenses duma obra concluída há tantos meses?</span></strong></div>Paulo Colaçohttp://www.blogger.com/profile/04712992313269304138noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1167060290660892012006-12-25T15:13:00.000Z2007-01-03T10:54:44.083ZNatal em Rio Maior<a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5665/2408/1600/469562/Rio%20Maior%2024.12.2006.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 388px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" height="240" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5665/2408/320/191964/Rio%20Maior%2024.12.2006.jpg" width="362" border="0" /></a>Tarde de 24 de Dezembro em plena Praça da República.<br /><br />Ausência de pessoas e de vida é cada vez mais a imagem de Rio Maior.<br /><br />Enquanto noutras localidades as ruas fervilhavam de gente, a nossa terra estava deserta.<br /><br />Somos cada vez mais um dormitório em que o progresso se avalia pelo número de camaratas construído.<br /><br />Nisso, na especulação imobiliária, somos bons como ainda há pouco tempo assinalava o homem que conduziu a nossa terra a este marasmo.EdgardGomeshttp://www.blogger.com/profile/04554944335863406357noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1166882098129101722006-12-23T13:20:00.000Z2006-12-24T02:28:26.856ZBom Natal<a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5665/2408/1600/636052/Pai%20Natal.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="225" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5665/2408/320/413089/Pai%20Natal.jpg" width="320" border="0" /></a>Não é realmente a minha época preferida.<br /><br />Por várias razões, mas essencialmente porque os níveis de hipocrisia são absolutamente sufocantes.<br /><br />Porém como não podemos alhearmo-nos da realidade que nos cerca, aqui fica este Pai Natal "colhido" algures neste Rio que todos queremos Maior.<br /><br />É a minha singela forma de desejar Boas Festas a todos os que visitam este espaço.EdgardGomeshttp://www.blogger.com/profile/04554944335863406357noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-1166748354327806382006-12-22T00:44:00.000Z2006-12-23T22:42:14.703ZPolítico-Bala<div align="justify"><a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/1600/37580/cannonball.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5099/4064/320/661445/cannonball.jpg" border="0" /></a><br />Lido o artigo de opinião do Sr. Presidente da Câmara (PC) no “Região de Rio Maior”(15 de Dez.), fica-se com diversificadas sensações.<br />Título: “Rio Maior tem futuro!” Pois tem, todas as localidades têm futuro, embora dependendo de quem as pensou ou pensará, projectou ou projectará, administrará, e do modo coma as pretende vivificar.<br />É óbvio defensor deste governo, do seu partido, que de facto não é tão “misericordioso” nem “deixa andar” como foi o de Guterres. Com tantos problemas, vários, e concelhios, para resolver (alguns e de elevada magnitude criados nos seus mandatos), Silvino Sequeira não pode deixar de acreditar em Sócrates, seus ministros e secretários de estado… Explana a “bondade“ da “onda reformista” que (a)tinge as autarquias aos pobres e sintomaticamente esquece-se da Cultura. Adiante, porque me não surpreende a omissão.<br /><br />O seu texto, por vezes comiserativo, não é normal e francamente impróprio dum político profissional e tarimbado. Parece criado para um tempo pré-eleitoral onde apresenta putativos intervenientes (vereadores jovens, programa diariamente revisto e alterável, políticas governamentais tidas como adquiridas para a região). Colhe-se também a hipótese dum texto pós-eleitoral e indiciador duma espécie de remodelação administrativa-autárquica. Descortinam-se apelos pessoais para que o futuro do Concelho passe exclusivamente por si e/ou pelos seus fiéis seguidores.<br />Renunciará ao cargo? Alguém, proximamente, vai ter de sair?<br /> <br />E surgem dois parágrafos diria que propositadamente simples, banais mas nada intrigantes, e esclarecedores porque contraditórios: “Faz-se (o Futuro) com pessoas que, porque a terra onde nasceram, e onde tudo começou, já é pequena, vão para terras maiores, mas não esquecendo a sua origem, sonham com maiores metrópoles” ; “Edifica-se com pessoas que tem a coragem de perante a oportunidade deparada para vencer não a desperdiçaram, não foram acomodadas, não foram negligentes, não foram comodistas.” Relendo-os, percebo os próximos tempos no número 1 da Praça da República. E antevejo-os: até 2009 o sr. PC tudo fará para continuar (ou ter continuadores) no poder. Mas teme perder as autárquicas. Pressente ou já sabe que o seu tempo político acabará nesse ano de mudança. Por tal, rebate vezes sem conta na tecla do futuro passando pela juventude (laboral, estudantil e subtilmente, partidária.) Ora, a Oposição não só sabe que assim será, como também pensa (ao contrário do sr. PC), que o desporto e os “tempos livres” não são as únicas opções da juventude. Tudo fará para lhe proporcionar regular, diversificado e evolutivo bem-estar – o que o sr. PC nem sempre tem feito.<br /><br />O sr. PC já foi opositor na Câmara, na Assembleia da República e quiçá no Conselho Nacional do PS. Sabe muito bem que um político com ou sem obra feita, sujeita-se (democraticamente) ao reparo, à crítica, à alternativa e à ruptura. Portanto, presumo pelo que li, nunca “choramingou”, jamais olhou para o seu “umbigo”, não pensou em “maldizer”, repudiou a “inveja”, não trilhou o aportuguesado “dizer mal de tudo e de todos”. Contudo, nesse seu texto verifica-se o contrário, tipo “depois de mim será o caos” ou pior ainda, e porque o sei irónico, aceite a minha percepção de que sentindo-se “uma flor de estufa” não se lhe deve tocar. E olhar…só reverencialmente para baixo, directo para “nada” como se faz aos monarcas. Com inquestionável e exibida admiração.<br /><br />Sentencia que “O Futuro de Rio Maior constrói-se com pessoas que do nada fazem alguma coisa e que vão crescendo”. Que se saiba, não é exclusivo do PS (nem de nenhum outro partido), a candidatura de pessoas oriundas de classes desfavorecidas, de cidadãos empreendedores, de conterrâneos que efectivamente colocam os interesses locais acima de benesses pessoais, partidárias ou corporativistas… O PS não é “dono” do Concelho, não o criou, por ele não fala nem o representa.<br /><br />Todo o restante texto (escrito a pensar num “outra-vez Pai Natal”?!) nada adianta. Enuncia o que um político normal constata e escreverá. Não é um “flop”, mas sim indiciador de cansaço, de expectativas em vez de certezas. Redutor. Não galvaniza.<br />Volto à ironia que o sr. PC tanto usa e de mim vai novamente aceitar, porque esse seu texto é adequável a um político-bala. O senhor estica o braço pela pequena abertura da cortina e acena para o público, alheio – repito, alheio – ao que vai fazer. Abrem a cortina. Coloca-se dentro dum canhão e pensa ”isto é sucesso garantido, eles não sabem o truque”. Ejectado, abre os braços, sorri. Cai de pé na rede por si esticada, dão-lhe o microfone e diz: “esqueçam o Passado-canhão, mas foi muito difícil ! Cá estou de novo; sinto-me rejuvenescido, entre – e com – os meus. Somos os maiores.” Poucos bateram palmas e a maioria (porque já conhece o truque), nem um…”Óóh !...” Ou “Hóó!...”, conforme preferir. Alguém já está a recolher a rede. A exibição do político-bala em nada entusiasmou, porque “o número” está vulgarizado e o truque conhecido.<br /><br />PS (post scriptum) - Quem lhe suceder na presidência em 2009, evidentemente doutro partido, não vai ter tarefa facilitada no primeiro mandato. Então, verificar-se-á se o senhor, na oposição, enaltece os méritos, sugere melhorias, critica docemente e “em vez de incentivar quem ousa”, não o “destrói” ou ajuda a “destruir”. “Sem ataques a Instituições e pessoas sem qualquer razão de ser, sem lamechices”, esperamos todos. De si e dos depostos.</div>Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.com