Anónimos Comentadores

Reportando ao que foi comentado após o meu artigo-post FRIMOR II, tenho a sensação de que alguém me está a colocar "à prova". Cuidado com os ricochetes. Não estou comprometido com nada nem com ninguém, apenas disponível para ajudar à "mudança". Se quiserem. E se a entenderem necessária.
Alguns meus amigos têm-me avisado: "mantenha-se afastado da política local. Não presta. Será traído", e algo semelhante. Grato, bastante atento, mas estou determinado para actuar como riomaiorense e cidadão. Tenho esse direito "natural", cívico e constitucional.
Acresce, que Rio Maior não é território de ninguém: de partidos, de indivíduos, de famílias, de interesses económicos.
Não luto contra A ou Z, contra "a Câmara" ou, pelos vossos recentes alertas, contra o PSD local. Lutarei contra o status quo vigente já abusado, gasto, empedernido, inalterável e por tal estagnado. Parte da vida política e partidária riomaiorense faz-me lembrar os moinhos na serra: as velas giram conforme o vento. Para as pessoas e seus patrimónios, ambiciono – todos devem ambicionar – velas, boas velas com ventos permanentes.
Felizmente, não fui "abandonado" por ninguém da Câmara. Porque: nessa ocasião e neste momento, de nada precisei, e estou bem, obrigado; pelo contrário, não quiseram, em tempo oportuno, entender e aproveitar o que eu disponibilizei e ofereci. Passem bem, mas actuaram mal e o Concelho usufruiu muitíssimo menos do que tem visto, lido, ouvido e conhecido.
Como já aqui escrevi, não sou, nem serei militante de algum partido, mas respeitador de quem assim "está" politicamente. Nada tenho a ver com o PSD local, fui convidado para escrever no Rio da Ponte. Faço-o com gosto e dever cívico.
Se me for solicitado empenho nas próximas eleições autárquicas, não vacilarei e estarei bastante activo -- "com quem", neste momento não sei, talvez ninguém saiba, e neste indefinido tempo pré-eleitoral, algo poderá alterar conjunturas, previsíveis candidatos. Contudo, tenho a plena certeza de que até 2009, à sociedade local não será salutar uma estagnação cultural, recreativa, cívica, pelo que algo terá que surgir. E vai surgir, contra interesses enraizados e debilidades consentidas.
Desconheço, em pormenor, o que António Rola e os outros vereadores do PSD têm feito ou pensado. Mas tenho concluído que algo mais substancial poderiam ter accionado como opositores às consequências do regime "vintage".
Aparto-me em absoluto de facções nos partidos.
Porque a vida partidária local é morna, muito entediante, e por vezes fracturante entre-eleições, não estranharei se nas próximas autárquicas, surgir uma lista de Independentes.
O pensamento, a acção, a evolução, não se esgota nos partidos nem deles dependem.
Porque não me foi nada difícil perceber que uns quantos comentadores "anónimos" desejam que me posicione na sociedade riomaiorense, é este o momento oportuno para, publicamente, ser cristalino e franco: apoiarei uma candidatura bastante credível e sustentada como alternativa ao "presidenciável" do PS – qualquer que seja o seu candidato; Rio Maior e o Concelho necessitam dum Fórum que, muito apartidária e livremente, reúna testemunhos, proporcione diálogos, recolha ideias, ofereça projectos de pessoas naturais ou recentemente instaladas no Concelho; Rio Maior necessita dum independente e activo jornal – para registar a História quotidiana, informar o Concelho-sobre-o-Concelho, e desde já quero esclarecer que nada me move contra António Feliciano ou o seu "Região".
Caros "anónimos", quanto a populismos de autarcas dentro ou fora das Tasquinhas, é com eles, nunca ninguém me viu com o sorriso idiota e subserviente atrás ou ao lado de quem quer que fosse, ou seja, e em nenhum local isso acontecerá.
E escusam de me "picar" com alegadas "más línguas" locais sobre a minha produção cultural e artística. Habituado que estou a ler e ouvir analistas, críticos, historiadores, pessoas cultas, logo inteligentes, sobre o que faço, obviamente a ignorância, a má-fé e a inveja passam-me ao lado. De todo.
Abraço, ao trabalho, e identifiquem-se s.f.f.
Alguns meus amigos têm-me avisado: "mantenha-se afastado da política local. Não presta. Será traído", e algo semelhante. Grato, bastante atento, mas estou determinado para actuar como riomaiorense e cidadão. Tenho esse direito "natural", cívico e constitucional.
Acresce, que Rio Maior não é território de ninguém: de partidos, de indivíduos, de famílias, de interesses económicos.
Não luto contra A ou Z, contra "a Câmara" ou, pelos vossos recentes alertas, contra o PSD local. Lutarei contra o status quo vigente já abusado, gasto, empedernido, inalterável e por tal estagnado. Parte da vida política e partidária riomaiorense faz-me lembrar os moinhos na serra: as velas giram conforme o vento. Para as pessoas e seus patrimónios, ambiciono – todos devem ambicionar – velas, boas velas com ventos permanentes.
Felizmente, não fui "abandonado" por ninguém da Câmara. Porque: nessa ocasião e neste momento, de nada precisei, e estou bem, obrigado; pelo contrário, não quiseram, em tempo oportuno, entender e aproveitar o que eu disponibilizei e ofereci. Passem bem, mas actuaram mal e o Concelho usufruiu muitíssimo menos do que tem visto, lido, ouvido e conhecido.
Como já aqui escrevi, não sou, nem serei militante de algum partido, mas respeitador de quem assim "está" politicamente. Nada tenho a ver com o PSD local, fui convidado para escrever no Rio da Ponte. Faço-o com gosto e dever cívico.
Se me for solicitado empenho nas próximas eleições autárquicas, não vacilarei e estarei bastante activo -- "com quem", neste momento não sei, talvez ninguém saiba, e neste indefinido tempo pré-eleitoral, algo poderá alterar conjunturas, previsíveis candidatos. Contudo, tenho a plena certeza de que até 2009, à sociedade local não será salutar uma estagnação cultural, recreativa, cívica, pelo que algo terá que surgir. E vai surgir, contra interesses enraizados e debilidades consentidas.
Desconheço, em pormenor, o que António Rola e os outros vereadores do PSD têm feito ou pensado. Mas tenho concluído que algo mais substancial poderiam ter accionado como opositores às consequências do regime "vintage".
Aparto-me em absoluto de facções nos partidos.
Porque a vida partidária local é morna, muito entediante, e por vezes fracturante entre-eleições, não estranharei se nas próximas autárquicas, surgir uma lista de Independentes.
O pensamento, a acção, a evolução, não se esgota nos partidos nem deles dependem.
Porque não me foi nada difícil perceber que uns quantos comentadores "anónimos" desejam que me posicione na sociedade riomaiorense, é este o momento oportuno para, publicamente, ser cristalino e franco: apoiarei uma candidatura bastante credível e sustentada como alternativa ao "presidenciável" do PS – qualquer que seja o seu candidato; Rio Maior e o Concelho necessitam dum Fórum que, muito apartidária e livremente, reúna testemunhos, proporcione diálogos, recolha ideias, ofereça projectos de pessoas naturais ou recentemente instaladas no Concelho; Rio Maior necessita dum independente e activo jornal – para registar a História quotidiana, informar o Concelho-sobre-o-Concelho, e desde já quero esclarecer que nada me move contra António Feliciano ou o seu "Região".
Caros "anónimos", quanto a populismos de autarcas dentro ou fora das Tasquinhas, é com eles, nunca ninguém me viu com o sorriso idiota e subserviente atrás ou ao lado de quem quer que fosse, ou seja, e em nenhum local isso acontecerá.
E escusam de me "picar" com alegadas "más línguas" locais sobre a minha produção cultural e artística. Habituado que estou a ler e ouvir analistas, críticos, historiadores, pessoas cultas, logo inteligentes, sobre o que faço, obviamente a ignorância, a má-fé e a inveja passam-me ao lado. De todo.
Abraço, ao trabalho, e identifiquem-se s.f.f.

14 Comments:
boa noite manoel barbosa,
a sua proposta de identificação dos anónimos que vão comentando é pertinente e significativa.
Desconheço as pressões, comentários e boatos que por aí circulam ! Mas conhecendo rio maior e vendo como o manoel pôs o dedo onde dói, é mais que certo que essas formas de baixa política e pior cidadania tinham obrigatoriamente de aparecer.
Também não deixa de ser estranho a falta de comentários que vão aparecendo e a passividade como por squi tudo se aceita.
Agora, diga como fazer a identificação sem ser no ãmbito do blog e ela surgirá. Já uma vez escrevi que, quando for preciso, trabalhar, eu também lá estaria !!!
CaRo Manoel, não entendo... identifiquem-se!!! pq??
O Senhor tb não sabe quem o Pronto, o Snake, o Pedropinheiro... etc etc etc. Qual a diferença entre ter pronto ou anonymous??? nenhuma.
E se era para as pessoas se identificarem definiam logo de inicio, e assim a regra era pa todos...
Dê graças a Deus de ainda haver por aqui uns "anonymous", pq senão é que o senhor escrevia so pelo que lhe vai na alma. Desde que os seus colegas desapareceram e deixaram de dar a cara pelo concelho (como é normal no PSD RM), e atenção, eu não sou da cor do poder, mas fico triste de saber que a oposição deste concelho já era, ou melhor, já foi..., que este blog tornou-se esta miséria, sem opinião. Talvez seja melhor uma retirada subtil como fez o Polismaior. abraços
Belo post!!
cumprimentos de A Teoria do Kaos
Caro Anónimo,
não tome o apelo do Manoel Barbosa como uma recusa à existência de pessoas que não dão a cara.
Faz parte de estilo muito próprio de quem nunca ficou a dever nada a Rio Maior, mas é credor de muitos devedores que andam com calotes esquecidos...
Quanto às suas considerações acerca deste blog, asseguro-lhe que ele está hoje tão vivo quanto estava noutros tempos. A prova é a sua visita e as suas opiniões. Não deixe de as dar quando achar oportuno.
Quanto à oposição em Rio Maior, nem tudo precisa de barulho para ser eficaz. (o caro anónimo pode não compreender o alcance disto, mas haverá quem compreenda bem demais e já esteja com muito medo).
Quantas vezes não se promove a mudança com pequenos gestos invisíveis? A arte está em saber publicitar apenas o que é de publicitar...
Que não se duvide: a mudança não tardará!
Cordiais Saudações
Olá a todos!
"Quem não deve, não teme" lá diz o velho ditado. Em Rio Maior muita gente deve e outros tantos temem...que o panorama se altere e se percam os privilégios. Por isso, há que TENTAR impedir de todas as formas, umas mais subtis e outras mais óbvias, a acção daqueles que agem no sentido da mudança. Estamos num ciclo como outro qualquer e este só se prolongará pelo tempo que a vontade dos riomaiorenses quiser.
Cumprimentos,
Pedro Pinheiro
Eu não devo mas temo...
Já fui muito prejudicado por participar activamente na vida politico-partidaria riomaiorense, e como a minha vida profissional implica trabalhar directamente com os orgãos camararios, prefiro manter-me no anonimato antes que saia todo queimado de novo.
Continuo a obedecer ás minhas convicções e educação politica e a participar neste forum mas de forma anónima, se assim o entenderem.
Caro anónimo,
pode e deve continuar a dar-nos sempre a sua opinião.
Ela nao é apenas bem-vinda: é desejada!
Pode fazê-lo como "anónimo" ou criar uma identidade a que possamos mais facilmente associar os seus textos.
Cumprimentos
Aquilo que diz o anónimo anterior é de facto preocupante... "Ou estás comigo ou contra mim!"
Será que depois de "30 anos de poder local democrático", ainda existem pessoas para as quais a democracia vigente é a do "EU"??
Infelizmente sim!!! E eu passo muito bem sem elas obrigado. Este é o tipo de politicos que leva a que o exercicio da actividade politica tenha tão má reputação entre nós, pois os poucos(ou serão muitos?) dão mau nome aos muitos(ou serão poucos?).
Estes são os que usam a noção maquiavélica do poder pois para eles "política é a arte de conquistar, manter e exercer o poder".
Se pensarmos que o exercicio do poder, democrático ou não, depende sempre da utilização de uma qualquer forma de coacção seremos levados a perguntar "Até que ponto posso eu coagir?? Qual é o limite? Quem o impõe??"
Felizmente penso que começa agora a emergir uma nova geração de politicos cuja principal preocupação é o o Estado e não o "EU". Veremos em próximos actos eleitorais o seu posicionamento.
PS: Aristóteles dizia que "O homem é um animal politico". Para ele a política era o desdobramento natural da ética.
Se a ética está preocupada com a felicidade individual do homem, a política preocupa-se com a felicidade coletiva da pólis(ou estado). E assim devia ser....
Caro Vasco, em que mundo vive o sr., provavelmente o da ilusão, o senhor está espantado com o que disse o anonymous, em relação ao ser prejudicado, isso acontece em qq parte do país, em qq parte do mundo... infelizmente isso não se consegue mudar, pois o problema da politica é só um... são os politicos.
Qdo eles deixarem de existir aí sim teremos um mundo maravilhoso.
Habituado que estou a identificar-me e a aparecer quando o meu dever de cidadão me exige uma luta política, cívica ou social, por tal estranho "anónimos" - nunca se sabe com quem dialogamos e há a ténue, muito ténue esperança que um dia se identifiquem e... apareçam.
Mas, caros conterrâneos que por ora não podem identificar-se, compreendo-os!
E lamento muito profundamente que nestas três décadas de Liberdade, novos métodos persecutórios, revanchistas e aniquilantes estejam bem vigentes em localidades como Rio Maior.
Sei, que sou um privilegiado: pela profissão, pela residência e por independências várias, permito-me agir como quero, quando entendo necessário e perante pequenos ou grandes déspotas.
Detesto e combato calúnias, invejas, autoritarismos, incompetências, laxismos, corrupções, cunhas, censuras! Abomino controleiros !
Para que tudo isto e algo mais seja parcialmente estagnado e numa fase posterior abolido de vez, na sociedade portuguesa e riomaiorense, todos nós, naturais e/ou residentes no Concelho, teremos um dia de nos olhar de modo sincero e... aparecer - o que não será fácil para quem vive e trabalha (como referem) dependente do município, suas associadas empresas municipais ou do controleiro partidário.
Não serei eu a precisar de vós... NÓS TODOS necessitaremos de todos os que ambicionam pelo progresso, pela liberdade, pelo desenvolvimento, pelo conhecimento e pela cultura! Por uma vida cristalina!
Ninguém me convencerá da desnecessária mudança. Ela terá de surgir, se o Concelho quiser evoluir globalmente!
Caros conterrâneos "anónimos", brevemente vamos conhecer-nos!!! Muito em breve, o Concelho espera por vós, conta convosco!
«« Caros conterrâneos "anónimos", brevemente vamos conhecer-nos!!! Muito em breve, o Concelho espera por vós, conta convosco! »»
Subscrevo as suas palavras, amigo Manoel!
10 comentários ao escrito do manoel ?!!!!!!....
Este blog acordou ?...
Ou é só quando a pancada é forte?
a propósito de rio maior, vai uma pequena história:
recemtemente o RRM publicou um trabalho onde jovens estudantes eram inquiridos sobre o que pensavam de Rio Maior. Falaram do cine-teatro, da falta do cinema, da degradação do jardim, do terminal de passageiros. Disseram o que pensavam!
Na mesma semana alguém da CMRM telefonou para a mãe de um dos jovens para saber porque é que o seu filho tinha dito mal da Câmara ?
Bonito, não é ?!!!
O caciquismo é um valor nesta terra. Quem disser amén ao poder tem emprego, tem as portas abertas, tem subsídios. Vejam-se as associações: contratos-programa é só para as que estão ligadas. As outras, sem força, chucham no dedo!!
Quem colocar aqui a sua identidade, se for fornecedor da CMRM, se for dirigente associativo, se...., se...,, bem pode batwer as botas. Lembram-se do elemento da banda se s. sebastião, que as suas palavras permitiam ligá-lo à referida associação? Onde é que ele está ? Porque desapareceu ?
Mas nem sempre é assim caro pronto... Então e aquele clube que lançou um comunicado a queixar-se das condições oferecidas pelo complexo desportivo e que de pronto foi convidado para uma reunião no municipio a um sábado?? Que acabaria por ser apenas no domingo pois uma das torneiras do bar do edificio municpal tinha rebentado o que causou uma pequena inundação!
E da reunião sairam condições de treino e até um protocolo entre o municipio, o clube e a federação portuguesa de basquetebol.
Também se joga assim nesta terra...
Quanto ao nosso amigo "CANINE", de S.Sebastião, efectivamente não sei o que se passou com ele. Mas sendo membro da banda e funcionári oda biblioteca municipal não me espantava a existência de "pressões localizavéis".
Tou vivo e não se preocupem pq não sofro pressões de ninguém, pois quem não deve não teme. Tb nunca disse mal de ninguém para me "castigar", simplesmente me referi à falta de apoio monetário às instituições do concelho, nomeadamente à minha Filarmónica. Pq verdade seja dita que a Câmara Municipal nunca negou apoio à Filarmónica, ainda este mês de Março o fez qdo solicitado, pena é a tal falta de aopio monetário que as Instituições tanto necessitam, não só para as despesas, mas acima de tudo para a aquisição de material, para quem não sabe uma Tuba custa 6000 euros, um saxofone 2500 euros, etc etc. Pq qdo se atinge um certo patamar não se pode comprar material de segunda, só mesmo de topo para que haja qualidade.
Qto ao sofrer pressões tb não sei se isso será tanto assim, eu nunca sofri e nunca ouvi alguém a falar delas.
Em relação ao post, anonymous são quase todos os que escrevem comentários aqui no blog, pois sejamos sinceros, ninguém sabe quem é quem, se eu clicar no pronto ou no Pedro pinheiro não sei quem são, mas, mais vale anonymous e haver comentários do que haver post sem resposta e opinião.
Ao não vir à bastante tempo cá, penso que será pelos mesmos factores de mtos outros, a "falta" de interesse que se notou em alguns blogistas, reparem que ultimamente só Manoel Barbosa escreve...
Canine
P.S. entrei como anonymous pq não tá a dar com a minha conta.
Enviar um comentário
<< Home