ASSOCIAÇÕES CULTURAIS – II

Tive projectado um texto-II, muito maior e detalhado do que este, sobre as Associações Culturais no Concelho.
Entretanto, fui agradavelmente surpreendido pela notícia do Encontro que algumas delas vão ter na próxima sexta-feira, 26, pelas 21H00, na Biblioteca Municipal.
Esse meu texto proporia exactamente um Encontro concelhio entre todas, para debaterem as suas vivências e reprojectarem o futuro.
Com os meus votos para que do Encontro frutifique uma consolidada união na defesa dos seus interesses e revigorem energias (bem precisas!) para novas programações e objectivos alcançáveis, apetece-me testemunhar que AS ASSOCIAÇÕES SABEM O QUE QUEREM, PORQUE EXISTEM E...PARA QUE PERSISTEM!
Portugal e o Concelho de Rio Maior fazem parte duma sentida, salutar e recomendável "carolice" planetária, sem a qual todos estaríamos bem mais pobres nos patrimónios, nas culturas e nas pessoas. Onde quer que estivéssemos de visita ou vivêssemos quotidianamente: da Índia aos USA, da Austrália a Portugal.
Bom Encontro!

5 Comments:
Dois apontamentos:
1 - A cultura, carece, em regra, de apoio público, por variados motivos, um dos quais decorre do facto de, em regra também, percorrer actividades que não são comercial ou financeiramente lucrativas;
Todavia, equipas (associações) bem orientadas, dinamizadas, interessadas, organizadas, conseguem fazer interessar nas suas actividades os operadores comerciais, financeiros, os investidores, mediante mecenato ou por investimento publicitário ou por associação de imagem a actividades com mais-valia social, etc, etc, etc... 'you name it'.
Desejo às associações culturais da região o maior sucesso e continuação do sucesso que algumas, de forma tão meritória, têm alcançado.
2 - O ponto dois é apenas para dizer isto: Verão como o actual desinteresse do poder instalado pela cultura e pelas associações culturais se há-de transformar em dividendo político para os tais do costume, quando, por cada sucesso,em cada fotografia figurar em lugar de destaque um "emplastro" a usurpar a glória que antes se tinha recusado a financiar.
Nos momentos de glória lá hão-de estar, como sempre, os palhaços do costume a creditar na sua cabeça os louros de vitórias alheias.
O camaleão nunca pertenceu a nenhuma Associação (no Concelho de Rio Maior) pois não... nota-se!
"Todavia, equipas (associações) bem orientadas, dinamizadas, interessadas, organizadas, conseguem fazer interessar nas suas actividades os operadores comerciais, financeiros, os investidores, mediante mecenato ou por investimento publicitário ou por associação de imagem a actividades com mais-valia social, etc..."
Só a Panpor é que dá uns pastelitos (felizmente) de resto...
Nem que a Associação seja um primor em organização...
cultura no nosso concelho ainda é associado a plantação de couves, batatas...
Reconheço-lhe razão, canine, quanto à situação de facto.
Todavia, esse facto ou essa situação não podem constituir impedimento da tentativa de fazer melhor e "furar o cerco".
Na verdade, essa descrita situação, que reconheço ocore, e não só em Rio Maior, é apenas um problema para resolver e não um obstáculo.
Atitude e muita carolice como diz o Barbosa.
Quando se quer singrar na vida, como em qualquer empreendimento, o melhor é ebfrentar os obstáculos, não como obstáculos, mas antes como problemas a resolver.
Há associações no concelho de Rio Maior capazes de o fazer.
Aliás, já o provaram!
Importa é encontrar a maneira certa, apropriada face às circunstâncias, de fazer as coisas.
Mas, é claro, isto digo eu...
E falar é fácil, como se vê...
ambém reconheço isso...
Começa a ser confrangedor ver o caminho que leva este concelho.
Finalmente, uma das lideranças que pode fazer a diferença em termos de concelho (as associações culturais)parece despertar e é de saudar com firmeza o forum associativo de sexta-feira. É um bom prenuncio.
Por outro lado, estamos no fim de Janeiro e o cine-teatro continua fechado e programação é zero.
estamo num concelho de opereta de 3ª categoria onde um dos edificos mais emblemáticos está por terra (a antiga escola comercial), a central rodoviária é habitada por teias de aranha e um faraónico pavilhão multiusos é mais um monumento à inoperância, à incapacidade de animar e de gerir.
O home pode ser muito bom a ir buscar os fundos comunitários mas ... o dia a dia.. este concelho a mexer. a fazer cultura, a fazer educação .. fazer economia ... a fazer desenvolvimento ... é mentira.
afinal o que é que eles estão lá a fazer ???
Caros visitantes do Rio da Ponte, devido a exigências do "blogger", este foi actualizado e está temporariamente prejudicada a menção a todos os seus colaboradores.
Tentaremos ser breves a reparar esta situação.
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