Terça-feira, Agosto 22, 2006

A Classificação...Ou Não!


Em Fevereiro de 1834, D. Miguel pernoitou em Rio Maior antes da batalha de Almoster. Tão radiantes ficaram os proprietários da casa senhorial que o acolheu que, em sua homenagem, mandaram decorar o tecto da sala principal com as armas reais. Desde então a tradição local associou esta casa solarenga ao nome daquele rei.

Votada ao abandono e sofrendo de grande degradação decidiu a CMRM recuperar o espaço e transformar a Casa Senhorial numa Casa da Cultura e, em 1996, o IPPAR deu inicio a um processo de classificação do edifício. Processo que termina em Outubro de 2004 com um despacho do então Presidente do IPPAR que encerra a classificação daquele espaço como de interesse nacional.

E como tomam os riomaiorenses conhecimento de tal facto? Por edital do município (26/2006) em que se dá conta da decisão do IPPAR tomada 2 anos antes!

Se formos absolutamente imparciais temos que dar razão ao IPPAR. Afinal do ponto de vista histórico o pouco que de interesse se encontrava naquela casa já lá não existe. A Capela continua no seu lugar mas o interior do edifício foi completamente remodelado, não se mantendo a traça original. Um problema que impediu até a recolocação dos tectos de madeira, a peça de maior valor histórico do espaço, no seu devido lugar pois as paredes actuais têm o dobro da espessura das originais impossibilitando a sua instalação.

E é destas histórias que vai sendo feita a nossa história!


PS: é claro que muitos proprietários de imóveis da zona estão contentes com esta decisão. Desapareceu a zona de protecção do edifício e, por isso, torna-se muito mais fácil a execução de obras nos edifícios envolventes. Vejamos que mexidas urbanísticas terão lugar na área adjacente nos próximos anos!
Era engraçado saber também onde andam os famosos tectos? Espero que não tenham tido o mesmo destino do velho fontanário que durante tantos anos serviu de rotunda central da cidade, por sinal bem mais bonito que a actual.

23 Comments:

At Terça-feira, 22 Agosto, 2006, Anonymous jf said...

esta é a melhor noticia que podiam dar à Camara de Rio Maior! eles que só vêm o desporto à frente, agora já têm desculpa quando alguem lhes diz para apostarem na cultura.
- cultura? qual cultura?! aquela casa nem sequer tem interesse histórico nenhum!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Anonymous pronto said...

somos uns pobres de Deus!
Não temos património e ninguém quer aceitar uma casita como património, onde se supõe que o D. Miguel (que já fugia dos liberais) tenha dormido!
Muito bem à opção pelo desporto ! Muito bem às infra-estruturas !
Muiot bem à Desmor do nosso contentamento !
O Homem é uma pessoa predestinada e de largas visões!!
Um dia a História dar-lhe-á razão!!
AH ! Já agora lemram-se de um buraco que há para os lados da senhora da Luz ? Outras concelhos, com muito menos, souberam valorizar, trazer visitantes, etc.
Viva o desporto ! Viva a Susana !
Susana ! Susana ! Susana !
Abaixo a cultura !
Viva eu e quem me rodeia!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Anonymous gerador eólico said...

Rio Maior é prenhe de uma arte secular portuguesa: Enaltecer a relevância das irrelevâncias ao mesmo tempo que esconde as correspectivas relevâncias.
Com que intuito?
Simples:
a)Capitalização política onde ela se mostre mais relevante (neste caso, nas irrelevâncias!);
b)Gestão de interesses privados;
c) Gestão de interesses partidários.
Há em Rio Maior relevâncias arqueológicas de interesse regional, nacional e quiçá mundial (com inscrição naquilo a que se pode chamar matriz pre-histórica da história do Homem).
Mas essas relevâncias apresentam, aos olhos do poder instalado, escolhos pessoais, mesquinhos, interesses político-partidários, menoridades intelectuais e outras patologias parasitárias.
Tal facto impede que não só os cidadãos da região possam usufruir dos bens culturais e do conhecimento histórico sobre o seu passado, como também que essas relevâncias arqueológicas façam parte activa do património nacional e do roteiro cultural do país.
Culturalmente, exceptuando algumas iniciativas particulares de grande mérito, Rio Maior é um deserto; Ou melhor, é uma nódoa.
Os poderes públicos utilizam as bandeirinhas da sua putativa actividade cultural apenas como factor de promoção de fulanos, de gentalha partidárias, quando não da própria família que, por sua vez, é gentalha partidária, o que vem a dar no mesmo.
Rio Maior, em variadíssimos aspectos, está organizada a um fim: À manutenção e perpetuação do poder nas mãos de um grupelho que se arroga os poderes divinizados de escolha e decisão sobre aquilo que é o modelo de vida do concelho, supostamente atendendo ao bem-estar social, mas na verdade orientado sobretudo à manutenção do status quo do grupo de interesses privados e político-partidário que os suporta.

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Anonymous ZP said...

SSempre pensei que a tao falada Casa de D. Miguel viesse a ser um museu, mas a camara transformou aquilo em mais um espaço hibrido!
Nõ se passa lá nada, não se aprende lá nada!
O desporto é o mesmo: nao se aprende nada a correr atras duma bola, a saltar para um rectangulo de areia, a dar voltas numa pista.
Não que o desporto seja uma inutilidade: eu proprio ando de bicicleta diariamwnte.
Mas nao se aprende nada a dar aos pedais ou a esbracejar numa piscina.
é a pura realidade.
Esta camara gosta tanto do desporto e eu só agora percebi porque: é que é uma actividade onde nao é preciso puxar pelo cérebro!
e gosta tanto dessa vertente que até conseguiu transformar a cultura do concelho (casa da cultura)em algo totalmente desprovido de senso intelectual...

Parabens, Dr. Silvino!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Blogger Paulo Colaço said...

Os trabalhos arqueológicos na chamada “Casa Senhorial d’el Rei D. Miguel” começaram há uns 15 anos.
Eu fiz parte de uma das equipas que trabalhou com o arqueólogo municipal Carlos Pereira na Casa Senhorial. No mesmo ano começaram as primeiras escavações na Villa Romana, de onde saiu, uns meses depois, a famosa ninfa. Também estive nesses trabalhos.
Quando a ninfa foi resgatada à terra, Silvino Sequeira teve com ela uma paixão tão eterna que chegou a durar a tarde inteira. No dia seguinte esqueceu-se da ninfa!
Até a efémera paixão de António Guterres pela Educação foi mais duradoira…

Lembro-me dos tectos, da capela, das diversas divisões, do pátio. Lembro-me das namoradeiras gastas. E lembro-me dos sonhos em transformar aquela casa num museu.

Independentemente de por lá ter pernoitado D. Miguel ou não, a casa tinha todas as condições para alojar um museu sobre Rio Maior. Um espaço onde todos nós revisitássemos a história do nosso concelho: o nascimento do povoado, as fases de crescimento, a cultura, as tradições, os homens célebres, mas também a geologia, a pré-história, etc.

Não foi essa a vontade da Câmara Municipal de Rio Maior. Afinal, não basta eleger um presidente de Câmara formado em História para termos um executivo com amor à nossa história.

Não sei quando teremos um museu a sério em Rio Maior, mas sei que será uma das prioridades do PSD quando a alternância chegar à nossa terra! Empenhar-me-ei pessoalmente nisso!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Blogger killer said...

é triste que o senhor Vasco e o senhor Colaço nao salientem o excelente papel cultural que é feita na casa da Cultura. Comecem a dar o braço a torser!

O Pronto nao se cansa de fazer pouco do desporto e de apoucar quem criou um cluster tao importante para a afirmação do concelho e um exemplo para os jovens! O senhor tem algo contra a Susana Feitor?
"o homem tem vistas largas", claro que tem! pelo menos mais largas que o seu antecessor, que as tinha tão curtas que nem o deixaram ser candidato novamente e desde aí o PSD nunca mais teve o mesmo candidato duas vezes seguidas!

Não fale do que nao sabe! Tem-se feito muito e gasto muito em cultura! o senhor tem ido à Casa da Cultura? tem visto como está organizada a biblioteca? sabe o que é a cultura porta a porta?

calem-se!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Blogger Picador de Gelo said...

nao faz sentido nenhum falar da casa da cultura sem falar do que lá se faz?
quantas vezes entrou lá nos últimos tempos senhor jornalista?
e já agora, senhor Paulo Colaço, o arqueologo Carlos Pereira é subordinado da Camara Municipal! Se o senhor trabalhou com ele o mesmo significa dizer que trabalhou com a Camara, por isso não a critique!

o pronto tem a mesma pose de sempre: mal com tudo e com todos! nunca o vi defender ninguém! a sua amargura ora com a camara ora com o Edgard Gomes, ora com este proprio blog e com a vontade dos riomaiorenses em manter no poder o homem que estimam e admiram é indecente!

os riomaiorenses sabem do amor que silvino sequeira tem ao seu projectro desportivo e se continuam a votar nele é porque o subscrevem! entenda isso!

ou se calhar voce ja o entendeu mas isso revolta-o!

ó ZP, consigo tb nao se aprende nada! veja lá se é mais concreto nos seus comentários!

e convido todos a irem à casa da cultura!!!!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Blogger Vasco Tavares said...

Para a dupla do costume:

1º - Nem sequer me vou pronunciar sobre "o excelente papel cultural" da casa da cultura.

2º - Não usem o termo "cluster" em vão principalmente quando não sabem sequer o que significa. "Cluster" é um conjunto ecónomico de actividades empresariais interligadas, num determinado espaço fisico. Eu posso até dizer que aprendi isto com o seu criador pois tive a oportunidade de participar numa conferência do grande Michael Porter numa das suas deslocações a Portugal.
Rio Maior não tem nenhum cluster na area do desporto porque apenas tem as instalações desportivas, falta-lhe tudo o resto.
Eu proporia até que se passase a designar por "Cidade das instalações desportivas" e não do desporto.

3º - Realmente não vou muitas vezes á Casa da Cultura, pois nenhuma das exposições me desperta particularmente a atenção. Mas o meu amigo tem inaugurado algumas pelo que vejo.

4º - Longe de mim defender o Paulo, porque ele não precisa de advogados, mas essa sua ideia de que por trabalhar ou ter trabalhado no municipio não se pode ser critico nem expressar as suas próprias opiniões é digna do mais puro salazarista.
Ou será principio instituido em certas cupulas??
O meu amigo sabe que em Portugal teve lugar um tal de 25 de Abril em 1974??

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Anonymous o funcionário said...

Vasco,
bem lembrada essa do 25 de Abril, mas anda aí muita malta q não faz puto de ideia o que é o 25 de Abril e quais os seus "mandamentos".

é que, como o Caro Vasco sabe, temos aí malta que é mais ligada ao 24 de Abril, como esse Picador ou o instigador do Picador e do Killer!

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Blogger O Atento said...

Ora estava a ver que ninguem aqui falava do tal "papel" da Casa da Cultura.
Digam-me lá: quais foram as últimas 5 iniciativas da Casa da Cultura?
Vamos lá Killer e Picador, os porta-vozes...

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Blogger Big Mamma said...

Tal como o ZP diz: Parabens Dr. Silvino!
Parabens por ter conseguido levar tantas pessoas a querer apenas pão seco, rejeitando a manteiga, o fiambre ou a marmelada.
Parabens por ter levado as pessoas a aceitar que só éramos bons a cronstruir pavilhoes e relvados.
parabens por ter levado as pessoas a pensar que seria uma injustiça escorraçar do poder alguem que traz a rio maior os craques da bola de vez em quando.

nao interessa que nao haja industria de jeito, que o comercio perca diariamente força para as lojas das caldas, que a cultura seja às colheres enquanto que o desporto é às pazadas, nao interessa que a "salvação" do concelho esteja num aeroporto que nao passa ainda do papel, nao interessa a pobreza de ideias do seu executivo.

o que interessa é que o senhor em rio maior é uma especie de pai da pátria, como mário soares era antes de ficar escuro das ideias...

 
At Quarta-feira, 23 Agosto, 2006, Anonymous Anónimo said...

Cultura?
Casa da Cultura?
Espaço dinamizador de Cultura?

Sinceramente acho que a nossa Casa da Cultura poderia ter um papel importantíssimo na dinamização da cultura em Rio Maior, mas este papel não se pode fazer apenas com exposições de pintura ou de escultura entre outras, muito menos sem qualquer acompanhamento ou planificação.
Se bem me lembro as únicas iniciativas de dinamização e democratização da cultura, divulgação do património desde que aquele espaço abriu as suas portas, foram realizadas há cerca de dois anos com o à Descoberta, se não me falha a memória.
Quantas pessoas visitam as exposições? É que nas fotografias das inaugurações aparecem quase sempre as mesmas, e poucas vezes a responsável pela área.
Quantas pessoas vão à Noites de Verão? É que os espectáculos são quase sempre os mesmo todos os anos.
Quantas pessoas vão ao Cultura Porta a Porta? Onde anda o programa desta actividade para que as pessoas possam ir.
Biblioteca, sempre as mesmas exposições, chego a pensar que o Exmo Professor é dono da dita.
Aquelas noites que se realizam em Novembro ou Janeiro, penso eu, quantas pessoas?
Por fim mais uma pergunta, quanto custaram todas estas actividades, qual o seu papel cultural, quem faz estes pseudo programas culturais e onde é que anda a vereadora da cultura, que já em quase um ano de mandato e ainda não houve a mínima alteração nesta área tão vital para um desenvolvimento harmonioso da sociedade riomaiorense. (Ou várias perguntas!!!)

 
At Quinta-feira, 24 Agosto, 2006, Blogger canine said...

o anonymous said..."Aquelas noites que se realizam em Novembro ou Janeiro, penso eu, quantas pessoas?
..." essas tais noites que o senhor fala ( e que o senhor não vai, pelos vistos), este ano teve mta gente, pq os 4 espectáculos tiveram mta mta mta qualidade, e, ficou provado mais uma vez que qdo há qualidade o povão vai... eu só não fui ao 1º mas garanto que todos os outros foram mto bons e com casa cheia, pena é o espaço que é uma lástima acústicamente.

qto a cultura, essa em Rio Maior é mais uma cultura de batata e alface, o que é tb uma bela cultura...
David

 
At Quinta-feira, 24 Agosto, 2006, Anonymous alice das piadinhas said...

falando a ´serio (eu tb sou capaz disso de vez em quando) nao percebo o interesse sobre uma casa onde dormiu o D. Miguel!
temos umas salinas unicas, temos silos, um dolmen nas alcobertas e uma villa romana.
se a nada disto é dada importancia pela Camara, o que vos faz a todos pensar que eles estao assim tao aborrecidos por nao haver classificação para uma mera casa onde dormiu um ditador cobarde?
com ou sem a almofada de D. Miguel, faça-se mas é um museu sobre rio maior!

 
At Quinta-feira, 24 Agosto, 2006, Anonymous alice das piadinhas said...

ah, e desculpem por um comentário tao sério. não é meu habito!
nao volta a acontecer!

lolololo

 
At Quinta-feira, 24 Agosto, 2006, Blogger Paulo Colaço said...

Caro Picador,
deixe-me citá-lo:
«e já agora, senhor Paulo Colaço, o arqueólogo Carlos Pereira é subordinado da Câmara Municipal! Se o senhor trabalhou com ele o mesmo significa dizer que trabalhou com a Câmara, por isso não a critique!»

e, já agora, deixe-me elucidá-lo:
1 - O Arqueólogo Carlos Pereira não é subordinado, é funcionário.
Curiosamente o senhor lembrou-me um tal Augusto Lopes que, na sua anterior qualidade de líder da bancada do PS na Assembleia Municipal de Rio Maior chamou o Dr. Carlos Pereira de algo semelhante. Enfim, há tiques que denunciam uma certa forma de estar na política e na vida!
2 – Como muito bem disse o Vasco, trabalhar com a Câmara não é nem nunca poderá ser castrador da opinião pessoal.
3 – Finalmente, caro Picador, acerca da minha colaboração com o Arqueólogo Carlos Pereira, esta foi feita através do Instituto da Juventude e não através da Câmara. Está a ver o que dá falar sem conhecimento de causa? Veja lá se se informa antes de disparatar.

 
At Sexta-feira, 25 Agosto, 2006, Blogger Picador de Gelo said...

"Senhores" Vasco e Paulo Colaço,
prcebo o que estão a tentar fazer: a colar-me a uma determinada pessoa, mas posso assegurar-vos que estão a dar tiros em falso! Eu não só nao sou o Augusto Lopes como nunca o poderia ser!
Em primeiro porque penso pela minha propria cabeça e nao sou caixa de ressonancia de ninguém!

por isso deixem-se de atirar o barro à parede! comigo não cola!

quanto ao anonimo, a sua frase "mas este papel não se pode fazer apenas com exposições de pintura ou de escultura entre outras, muito menos sem qualquer acompanhamento ou planificação" é ridicula!
desde quando a pintura e a esculta deixaram de ter mérito? quem disse que nao há planeamento e acompanhamento?

 
At Domingo, 27 Agosto, 2006, Anonymous pronto said...

Caro Killer e Caro Picador de Gelo
1º gostaria de saber em que concelho vivem os dois ?
2º Se vivem em Rio Maior, na vosssa vil e apagada tristeza não costumam sair do concelho numa de cultura e ir ver o que se faz por aí ? Não vale apena ir muito longe: Alcobaça, Caldas, Benedita, Cartaxo, Batalha, Alcanena - isto não só numa perspectiva de consumo de bens de cultura, mas mesmo na participação dos cidadãos em inciativas culturais, desde grupos de teatro, grupos folclóricos, bandas, cinema, etc, etc.
3 - sentem-se bem, em rio maior, com o acesso à cultura que temos e à cultura que fazemos ?
4 - já deram uma volta pelo património histórico-cultural do concelho e o ar de abandono e de desleixo em que ele se encontra ?
5 - já perguntaram ao presidente da junta de azambujeira e aos responsáveis pelo museu etnográfico de s. joão, qual tem sido o apoio e interesse da câmara ?
6 - sabe o que é uma casa da cultura ?

Os dois são vesgos, analfabetos e têm daqueles cabrestos com palas laterais que só deixam ver num sentido - aquele que com que vos acenam...
pobrecitos ...
Não vale a pena perder tempo a discutir com vocês. Em termos de politica cultural, podemos definir rio maior com o exemplo da chamada casa da cultura (ou era museu, ou era mais uns gabinetes que já não cabiam nos paços do concelho...
Também pode servir, como exemplo da incompetência em todas as áreas de actuação autárquica do repuxo da praça da república (não savbem o que querem, não sabem o que fazem e arrogam-se a gastar o nosso dinheiro, erigindo momunentos à sua inconpetência.
O repuxo da praça está para o executivo riomaiorense como a torre das cabaças de santarém está para os vereadores scalabitanos do sec.XIX !!!
Vocês sabem, por acaaaaso, qual é o monumento classificado como patrimónionacional, no nosso concelho ???

Ó Picador de Gelo,
um funcionário autárquico é um subordinado ??? Irra que você é mais salazarista que os correlegionários da Legião Portuguesa !!!

Se tenho criticado o Edgar é porque acho que um vereador, seja de que partido for, foi eleito para cumprir um mandato e para assumir uma responsabilidade perante o seu eleitorado. Estendo a crítica a todos os vereadores PSD que têm passado pela câmara e acabam de bolinha baixa perante o poder instalado.
...É que, perante, isso o PSD tem de assumir a responsabilidade porque tem sido conivemente com o estado a que chegou este concelho!!!
Já agora, parabéns à autarquia pela excelente iniciativa cultural que é o concurso da miss cebola. Isto é que é cultura, isto é que é levar a cultura às freguesias, para a boa formação e desenvolvimento dos cérebros das nossas populações. Vejam só o inedetismo da iniciativa!! Vejam só quantos concelhos aqui à volta conseguem organizar tamanho evento cultural e de apelo aos valores de cidadania !!
Ó senhores, tenham juízo e emigrem para Angola! Lá na terra do Eduardo dos Santos há espaço para os vossos conceitos de cultura, de exposiçoezinhas e de conceitos de surbordinados e subordinantes.

 
At Terça-feira, 29 Agosto, 2006, Anonymous farrusco said...

Casa de D. Miguel!!!!!!????????
Porquê de D. Miguel???
A casa era dele?
Pertencia à família?
Não, ao que parece.
Acontece que o fulano (o tal d. Miguel) dormiu lá uma vez!
E como o D. Miguel foi uma figura extraordinária da nossa história, vai daí e homenageia-se por dá cá
aquela palha.
Oraq, acontece que eu tenho algfo de muito mais importante do que a casa onde dormiu o tal D. Miguel!
Eu tenho uma garrafa cheia de ar que o D. Miguel respirou!
É Verdade!
Valiosíssimo!
Ar que o tal D. Miguel respirou.
Bem rolhadinho!
Calhando, se for benzido a preceito ainda se transforma numa relíquia preciosa, com poderes sobrenaturais, como por exemplo dar uma valente dor de barriga e uma brutal diarreia intestinal aos pseudo-intelectuais da autarquia que tem responsabilidades na agenda cultural de Rio Maior, agenda essa fruto também de uma diarreia, mas essa mental!!!

 
At Terça-feira, 29 Agosto, 2006, Blogger canine said...

... falando em cultura. Sim, vivemos num concelho que infelizmente não respeita as instituições culturais da nossa terra, uma Câmara Municipal que dá uma miséria de um subsidio e que o paga em 9 prestações, este ano ainda não se fala dos contratos programa e já estamos a 4 meses do fim do ano...
Em termo de comparações que são por aqui feitas com outros concelhos, bem, o que tenho a dizer é que é hábito darem sempre o exemplo de Caldas da Rainha (onde tb habita um dinossauro, não percebo, é que as bandas e ranchos folclóricos de lá dizem o mesmo que os do nosso concelho, culturalmente não é assim lá grande exemplo. Alcobaça, Cartaxo Alcanena e acrescento Santarém, sim sim, são bons exemplos e todos aqui mesmo ao lado. Alcobaça, por tradição e agora ainda mais reforçado pelo Sapinho, sempre apoiou mto as instituições do concelho, Santarém, que teve em Noras um homem virado para a cultura e que agora viu novamente reforçada essa tendência de apoiar a cultura.
... No nosso concelho, que rico exemplo deram o ano passado pelas tasquinhas, argumentaram a ida de ranchos e filarmónicas do concelho com a redução de custos, e depois em vez de uma bandinha levaram 3 por noite. As bandas e ranchos iam lá só por uma senha de jantar de baixo valor. Pq é verde a farda da Bandinha D´Alegria, pq segundo o que disseram foi a Câmara Municipal que ofereceu essa mesma farda, a da banda de S. Sebastião tb é verde, e qto deram....
A banda de S. Sebastião foi representar o concelho ao Fundão teve de pagar 300 euros para ir no autocarro da Câmara Municipal... e se passasse da hora tinhamos de pagar ao motorista as horas extraordinárias... e é se querem.
è verdade que não há bairrismo no nosso concelho, não estamos para ali virados, a juventude não participa, são irresponsáveis... mas será que não é por no nosso concelho os responsáveis pela cultura tb o serem assim, não participam, são um pouco irresponsáveis, agora nem nas actividades em que são convidados aparecem...
Só sei, e sinto isso na pele, que o nosso concelho culturalmente está mto mas mto em baixo... somos pobrezinhos
Um abraço, David

 
At Quarta-feira, 30 Agosto, 2006, Blogger canine said...

tb gostava de dizer que nesta Republica das e dos Bananas não há um ou dois culpados pelo estado da nossa cultura...
Qual o papel da oposição, pq não gritam, pq não batem o pé, pois pois, talvez se oposição for forte e com ideias a coisa mude, uma Assembleia Municipal não serve só para irem lá passar um bocadito...
Em 2003 a Filarmónica de S. Sebastião (da qual falo por conhecimento) foi aos Açores, pedinxando aqui e ali para termos o dinheirito para as passagens, lá fomos bater à porta da Câmara Municipal, levaram a proposta à Assembleia Municipal e claro foram todos amigos, votaram todos a favor de uma verba de 1000 euros para a banda, mas na mesma AM votaram todos a favor da vinda de um fulano falar de desporto e que levou a quantia de 1125 euros... bem...
1000 euros para irem 70 pessoas representar o concelho, e 1125 euros para vir cá um fulano falar pa meia dúzia... e a oposição achou mto bem.
A oposição tem lá homens da cultura, Figueiredo que tem tentado projectar a musica na sua freguesia, o Rola que é um homem das filarmónicas, então soltem esse espirito cultural e façam-se ouvir em prol desta. Gritem que as filarmónicas e ranchos folclóricos estam em vias de acabar, que seja feito um projecto em grande para a musica na cidade.
Que se olhe para o grande exemplo da Associação do Arco da Memória, uma Escola de Musica (com alunos de Caldas da Rainha, Rio Maior, Alcoentre, Chãos, Fráguas, S. Sebastião...) um Rancho Folclórico e um grupo de Teatro Amador, e que dê um veradeiro apoio a esta gente fabulosa...
Que seja uma Republica de bananas, mas que não sejam todos bananas...
Um abraço

 
At Quinta-feira, 31 Agosto, 2006, Anonymous pronto said...

Caro Canine,
você fala onde lhe faz doer !!
... e agora picador de gelo e killer ?
perderam o pio ?
e agora oposição e pessoas mais esclarecidas e não enfeudadas da AM !
Também dizem que o rei vai nu ou vamos continuar a comer e a calar ?

A Câmara e semelhantes conseguem secar tudo à volta.
Canine, fale barafuste ... convide outros a barafustar .. isto precisa de muiota gente a exclamar bem alto que a nau vai por maus caminhos. Já que a câmara tem a sua estratégia pelo menos que consigamos acordar a oposição !!!

 
At Sexta-feira, 01 Setembro, 2006, Anonymous Anónimo said...

farrusco do paulo colaço.. tss tss

 

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