HOJE - Debate ZIF

O Debate sobre a ZIF dos Concelhos do Cadaval, Rio Maior e Azambuja.
A Junta de Freguesia de Rio Maior acolhe esta importante iniciativa que leva à mesma mesa vontades e interesses que devem conversar entre si.
As Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) são um instrumento de ordenamento do território com ramificações em áreas tão necessárias como a prevenção e detecção precoce de fogos florestais e actualização do cadastro predial. Sem esquecer os benefícios financeiros que uma boa implantação acarreta para os proprietários florestais.
Sobre esta matéria, a Associação Nacional de Municípios Portugueses refere o seguinte: “atentas as competências dos Municípios no âmbito dos espaço florestais, afigura-se-nos que deveriam ser os Municípios, e não a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, a ter um papel interventivo e decisivo neste processo”.
É de saudar a Junta de Rio Maior (e outras Juntas e Câmaras) a atenção que estão a dar a esta matéria.
A Floresta, sendo um bem essencial para todos, deve merecer a nossa maior preocupação. Não só, mas também, porque somos um país martirizado com incêndios e com a perda de vidas e bens deles decorrentes.
A Junta de Freguesia de Rio Maior acolhe esta importante iniciativa que leva à mesma mesa vontades e interesses que devem conversar entre si.
As Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) são um instrumento de ordenamento do território com ramificações em áreas tão necessárias como a prevenção e detecção precoce de fogos florestais e actualização do cadastro predial. Sem esquecer os benefícios financeiros que uma boa implantação acarreta para os proprietários florestais.
Sobre esta matéria, a Associação Nacional de Municípios Portugueses refere o seguinte: “atentas as competências dos Municípios no âmbito dos espaço florestais, afigura-se-nos que deveriam ser os Municípios, e não a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, a ter um papel interventivo e decisivo neste processo”.
É de saudar a Junta de Rio Maior (e outras Juntas e Câmaras) a atenção que estão a dar a esta matéria.
A Floresta, sendo um bem essencial para todos, deve merecer a nossa maior preocupação. Não só, mas também, porque somos um país martirizado com incêndios e com a perda de vidas e bens deles decorrentes.

25 Comments:
Eu diria que a Floresta só é alvo de alguma dedicação neste país porque se trata de um bem económico.
Se assim não fosse, estaria ao total abandono. Aliás, muita mancha florestal já está.
Em Rio Maior nao temos grandes produtores florestais. Temos sobretudo pequenos donos de matas. Mas, mesmo assim, somos um concelho privilegiado e não temos sido muito maltratados com incêndios.
Esta minha colaboração com este blog é apenas para dar um grande abraço aos Bombeiros de Rio Maior e dizer que está por fazer nesta terra um grande debate sobre protecção civil! É que a protecção civil em Rio Maior é apenas da responsabilidade dos Bombeiros (aliás, é de mais entidades, mas cai em cima dos bombeiros todo o trabalho).
Cumprimentos
APT
No “verão quente” em que nos ardeu (quase) tudo, eu era vigilante da natureza em Poiares.
Sei, de experiência própria, duas coisas:
1- o Estado, embora seja uma pessoa colectiva, age como as pessoas individuais, ou seja, tem os mesmo tiques e as mesmas reacções. Em Janeiro todos dizemos: ano novo, vida nova, mas fazemos sempre tudo igual ao ano anterior, cometemos os mesmos erros, caímos nos mesmos buracos, etc.
O Estado também é assim. Depois dum verão cheio de incêndios, diz ao povo: para o próximo ano, vamos estar mais preparados! Mas o que acontece? Nada! Nem se limpam matas nem se faz trabalho de terreno. Dá-se mais meios aos Bombeiros (e mesmo assim, só das corporações amigas do Poder)
2- Outra coisa que eu sei, é que os proprietários florestais têm todos (ou quase todos) a convicção que as florestas se gerem sozinhas. É como aquela piada: se uma pessoa está constipada e tomar remédios, ao fim de uma semana está curada. Se não tomar remédios, só ao fim de sete dias é que melhora!
É preciso mudar de mentalidade! Nem que seja à força, obrigando as pessoas a tomar mais cuidado com um bem que é seu (propriedade privada) mas cujo abandono prejudica todos!
Bem haja à Junta de Freguesia por ter apoiado este debate!
Um abraço do Coimbrinha
Nao percebendo muito de florestas, percebo (infelizmente) de incendios.
E também presto aqui a minha homenagem aos bombeiros, referindo que devem ser mais apoiados.
Sobre a tal união de esforços dos produtores florestais, ja tenho mais dúvidas que isso corra bem no nosso país.
O português é naturalmente desconfiado, muito reservado nos seus negócios, pouco dado a "casamentos" de cooperativa.
Tenho dúvidas que resulte bem. E em Rio Maior mais dúvidas ainda, porque somos uma terra em que as pessoas nao se juntam nem congregam para nada de nada!
veja-se as associações recreativas que estão de costas voltadas para a população, a desunião entre os comerciantes (não se mobilizam por nada em conjunto), veja-se os partidos políticos que nao se sabem unir em defesa de Rio Maior, veja-se os salineiros, que andam sempre em disputas entre eles...
receio que esta iniciativa possa nao ter sucesso. E a culpa é duma certa cultura portuguesa: uma cultura que faz de nós ilhas de ressentimentos e desconfiaças!
Será o nosso fado?
A floresta é uma riqueza comunitária! Apesar de ser propriedade privada em muitos casos, penso que o Estado deveria ser mais duro com proprietários que deixam as suas árvores ao abandono.
Em alguns municipios foram criadas regras para habitações com risco de derrocada: se o dono nao faz a obra, é a Câmara que a faz e apresenta-lhe a factura!!!
Porque não pensar-se em algo semelhante nas florestas?
O que a Junta de Rio Maior está a fazer nao é novidade. Penso que outras já tomaram essa iniciativa. O que há a realçar nisto é o seguinte: a anterior Junta de Rio Maior nunca fez nada neste campo porque o "dono" do Concelho (todos sabem quem é) nao autorizou!
Ou seja: a mudança de PS para PSD fez com que a Junta de Freguesia ganhasse uma independencia da qual resulta, necessariamente, maior mobilidade e concretização de ideias!
Bem hajam e que continuem assim sem nunca esquecer o provérbio: as grandes caminhadas não são mais que a sucessão de pequenos passos.
(continuo a lamentar que o meu nome seja fictício, mas vai ter de ser assim por mais algum tempo)
Gostaria de lembrar que, quando tantas críticas se fazem ao poder local "local", Rio Maior é dos concelhos onde a área ardida é menos, tendo em conta a nossa vizinhança.
Nao digo isto para defender a Câmara mas sim para dizer que por cá temos gente com valor que se dedica à nossa terra com muito empenho! Sejam de que partido forem!
Caro "Alberto", nao lamente que o seu nome seja ficticio, pois as suas intervenções são equilibradas e pertinentes.
O grave é quando alguns, com o seu próprio nome, assinam nos jornais ou em declarações públicas afirmações de todo descabidas de razoabilidade e bom senso.
Falo de ministros que mandam fechar maternidades, de pessoas que (pelos vistos) aparecem no diário da república e depois o trabalho que se vê é mandarem pedradas em blogs, de presidentes de partidos que atacam autarcas competentes e depois nao têm mão no Alberto Joao Jardim, falo também de jornais que fazem o jogo do Poder (leiam o livro do Carrilho).
Falo, sobretudo, de gente que anda cá para se servir e para servir a família!
Nós mandámos abaixo a monarquia para acabar com os clãs, ou para mudar a forma como os clãs chegam ao Poder?
Alguém me esclareça!
O caro Alberto disse uma coisa com interesse: a mudança faz bem.
A situação de hoje: o Presidente da República ser de cor diferente do Governo e o Governo ser de cor diferente da maioria das Câmaras, faz bem ao País.
Melhor seria nao haver maioria absoluta no Parlamento.
As únicas foram as de Cavaco Silva e José Sócrates, mas por dois motivos diferentes: -As pessoas votaram em peso no Prof. Cavaco por estarem fartas de Governos fracos que caíam logo; - As pessoas votaram Sócrates porque Santana Lopes indiscutivelmente as afugentou.
Mas, se é verdade que entre o Governo e as Câmaras, há a tendencia de haver o chamado "cartão amarelo" - ou seja, votar no partido contrário ao Governo nas autarquicas para penalizar o primeiro Ministro - com as Juntas já nao acontece. Ou seja, quem vota Z para a Camara, vota também Z para as Juntas e Assembleia.
Na nossa terra isso não aconteceu em algumas freguesias. E eu pergunto: não sao essas freguesias desligadas do Poder as mais activas em Rio Maior?
Temos de passar a fazer ao contrário nos nossos pequenos lugares...
é que votando na mesma cor da câmara, estamos a eleger "funcionários" do poder, que nao fazem nada que desagrade ao patrão do "killer"...
Caro Rapaz:
Concordo plenamente!
é a divergência que faz da acção politica algo que vale a pena!
e aquilo que diz acerca dos presidentes de junta é bem verdade: não me importava de ter o PS no poder por mais uns anos, se as Juntas todas fossem dos outros partidos.
Veja-se na assemleia municipal: os presidentes de junta ligados ao poder só abrem a boca para elogiar e agradecer o silvino e apenas os que nao sao do PS é que fazem intervenções que vale a pena ouvir.
eu já sabia que o Prof Figueiredo (CDU) criticava muito a Camara, agora é a Isaura Morais (PSD) que se juntou a ele.
Apesar de ser nova nas andanças políticas, epenas ela e o Prof. Figueiredo têm mais para dizer do que "obrigadinho pelas migalhas".
Isso é de valor, numa terra onde todos se acotovelam para apertar a mão do presidente...
Pena que não se fale de outra coisa que atacar pessoas, atacar partidos... fala-se sempre do mesmo, do A que é melhor pq não é do partido do B, que a Freguesia X é melhor pq não é da cor y, e foge-se sempre ao tema.
Gostava de dizer, que se o concelho de Rio Maior até hoje nunca foi (felizmente) uma grande vitima dos incêndios, e os que houve nunca forma de grandes proporções, mto se deve (ao contrário do que se diz) à organização das gentes de algumas povoações. Por exemplo na freguesia onde moro, S. Sebastião, à uns bons anos que a população faz vigias nocturnas na época de incêndios. Foi aquirido um carro de bombeiros e alguns aparelhos próprios para combate a incêndios para serem usados em tractores. Por fim deixo um bem haja a esses homens corajosos (BOMBEIROS), que são voluntários e que mtas vezes são tão criticados... o que seria de nós sem eles.
Um abraço, David
Pena que não se fale de outra coisa que atacar pessoas, atacar partidos... fala-se sempre do mesmo, do A que é melhor pq não é do partido do B, que a Freguesia X é melhor pq não é da cor y, e foge-se sempre ao tema.
Gostava de dizer, que se o concelho de Rio Maior até hoje nunca foi (felizmente) uma grande vitima dos incêndios, e os que houve nunca forma de grandes proporções, mto se deve (ao contrário do que se diz) à organização das gentes de algumas povoações. Por exemplo na freguesia onde moro, S. Sebastião, à uns bons anos que a população faz vigias nocturnas na época de incêndios. Foi aquirido um carro de bombeiros e alguns aparelhos próprios para combate a incêndios para serem usados em tractores. Por fim deixo um bem haja a esses homens corajosos (BOMBEIROS), que são voluntários e que mtas vezes são tão criticados... o que seria de nós sem eles.
Um abraço, David
não posso deixar de dizer que acho curioso que existam apenas dois blogs activos em rio maior (um, que é afecto à Isaura Morais, e outro, que é dedicado a criticar Isaura Morais).
Não ha dúvida que este tem mais nível e categoria, mas o outro nao deixa de ser interessante.
quanto às florestas, não é assunto que me diga muito, pelo que não meto a minha foice nesta seara!
lamento que o caro reticências considere que as florestas nao seja um assunto que lhe diga muito.
sobretudo porque ninguém está a salvo de problemas como os incendios florestais (uma simples ida ao campo pode ser fatal), ou problemas mais globais sobre a desflorestação do mundo com a construção exacerbada.
entendo, no entanto, a sua intervenção como fruto de menor conhecimento acerca do tema e, como tal, abstem-se de grandes considerações.
quanto ao caro Canine, deixe que o lembre que uma das razções pelas quais escolhi ser "habitué" deste blog tem a ver com o facto de aqui se expressarem ideias, com rosto, de forma séria, com termos e argumentos válidos.
percebo o que quer dizer acerca da forma como as pessoas habitualmente discutem politica: muitas só sabem dizer mal sem qualquer argumento valido. Mas o mesmo se aplica ao futebol e a quase tudo o resto.
o problema não está na disputa de ideias mas sim na falta de correcção na linguagem e falta de argumentos.
deixe que lhe diga que visitei o seu blog e dou-lhe os parabéns pela iniciativa. Acho importante que comecemos a deixar para a posteridade os nossos momentos familiares, as glorias das nossas terras, etc.
que mais houvesse!
NOTA: permitam uma pergunta - o killer e o poisé desapareceram. será que se mataram um ao outro?
Segundo li:
«mais de 20% do território nacional não têm dono. Ou, se têm, ele não é conhecido - os registos não existem ou estão dispersos. "É impossível gerir um território que não se conhece", disse ao DN o secretário de Estado do Ordenamento do Território. João Ferrão lembra que o nosso País é o único dos 25 da União Europeia que não tem cadastro predial, mas garante que, até ao fim do ano, haverá bases para lançar a sua elaboração.
Sem cadastro, e sem saber o que é de quem, torna-se impossível ordenar a floresta, evitando que seja consumida pelos incêndios, requalificar habitações ou espaços degradados, intervir na zona costeira ou definir os usos do solo para uma determinada zona (…)»
Se este assunto, a que a Junta de Freguesia deu o “pontapé de saída”, servir para tratar, ainda que levemente, este problema, então parabéns!!!
Um dos problemas do Estado Português (em sentido amplo, ou seja, englobando o poder autárquico)é a esquizofrenia de competências.
É muito frequente haver vários responsáveis sobre uma mesma realidade, com competências e atribuições duplicadas.
Ou seja, em vez de serem complementares são pura e simplesmente sobrepostas.
E mesmo aí, quase nunca se sabe o que é (ou quem é) que se sobre põe a quê ou a quem.
Nessa altura, todos reclamam os poderzinhos da sua capelinha.
Não com vista ao melhor desempenho em favor do interesse público (é para isso que esses organismos e serviços existem!) mas apenas para justificar a sua existência, não vá alguém perceber que não servem para coisa nenhuma, e para manter um poder controlado nesta imensa rede pública de poderes que se servem em primeiro lugar a si próprios e aos interesses escusos que defendem subreptíciamente, travestidos de legalidade e formalmente impecáveis.
Isto tem gerado (e vai continuar, infelizmente)a maior ineficiência e ineficácia de muitos dos serviços públicos.
E tem nome: Burocracia.
A burocracia é uma perfeita inutilidade, paga a peso de ouro por todos nós.
Não serve para nada que não seja alimentar um Estado gordo e um status quo político-partidário por via do controle que exerce sobre as populações, a começar pelos seus próprios empregados.
Quanto à floresta, não é excepção.
São inúmeros os organismos públicos com poderes sobre a floresta, mas descoordenados, de costas voltadas, como se 'isto' não fosse um único país mas antes um aglomerado de interesses de pequenos grupos, aqui, acolá e além.
No combate aos incêndios, talvez este ano se veja algo diferente, coordenadamente diferente, eficiente e eficaz.
Deus queira que sim.
De todo o modo, no meio de toda esta esquizofrenia, haja alguém que tome a iniciativa e as rédeas (dentro do que legalmente lhe compete)de tentar alertar para a protecção da floresta.
É, pois, em minha opinião, e no contexto da notícia, iniciativa de louvar.
Mas a própria lei coloca nas mãos das autarquias instrumentos, incluindo os de polícia, que não vejo serem accionados.
Não há técnicos para fiscalizar?
Havendo, não fiscalizam?
Fiscalizando, não lavram autos de notícia?
Lavrando, não há decisão?
Havendo, não há consequências?
....
.... etc etc etc...
Acontece que as autarquias, ou melhor, falando de Rio Maior, esta autarquia não faz o que lhe compete fazer.
Nesta como em tantas outras matérias.
Até porque esta não é matéria que dê votos.
E de qualquer modo as eleições ainda estão mui longe...
Nada havendo a capitalizar com tais acções (para o poder instalado e o partido que o suporta, claro!), é muito simples: Nada se faz!
Ainda se fosse alguma rotunda... ou uma 'praça de touros'... ou uma obra pública, com remodelações do projecto e muitos 'trabalhos a mais', ainda vá...
Agora assim...
Eh!
Nada havendo a capitalizar com tais acções (para o poder instalado e o partido que o suporta, claro!), é muito simples: Nada se faz!
COMO É QUE A CEGUEIRA CHEGA A ESTE PONTO!
ISTO É CHAMAR BURROS AOS ELEITORES DE RIO MAIOR QUE PREFERIRAM SILVINO SEQUEIRA A ANTÓNIO ROLA?
OU O SENHOR É DOS QUE FICOU TRISTE POR ANTONIO ROLA TER PERDIDO?
nao percebo porque razão o senhor killer fugiu do nosso convivio!
terá sido por estar a levar tanta pancada e os seus chefes mandaram-no calar?
apareça senhor killer!
Caro Funcionário,
Como pode verificar, a sua intervenção foi lançada após ter sido igualmente validada a mensagem do “Killer”.
Eu sei que quando redigiu o seu comentário ainda não tinha sido publicado o texto do “Killer”, razão pela qual não era do seu conhecimento que este havia “regressado” às lides deste blog.
Colocou-se-me a dúvida de lançar ou não o seu comentário, pois este pareceria (e parece) ser extemporâneo aos olhos de quem consulta o Rio da Ponte.
No entanto, entendi que aquilo que pretendeu referir na sua mensagem se mantém pertinente. A saber: o “desaparecimento” do Killer durante uns dias e a sua mais do que evidente situação de “mercenário”, pago para disparar uma arma!
Claro killer, claro!
Evidentemente que sim.
Isto é chamar burrice ao comportamento dos eleitores de Rio Maior.
Onde está a dúvida?
Mas não é pelo facto de "preferirem Silvino Sequeira a António Rola".
Há muitas mais soluções, para quem as preferir.
Por exemplo, o voto em branco, o voto nulo, a abstenção ou a constituição de um grupo de cidadãos que se apresente a votos suportados por uma campanha de verdade, autenticidade, competências e altruísmo suficientes para correr a pontapé sufragado a corja que enxameia o poder nesta região.
Caro Paulo Colaço
compreendo perfeitamente a sua decisão e aprovo-a.
Como já foi referido algumas vezes neste blog, estes são os riscos da "moderação da comentários", mas riscos que os comentadores de bem não se importam de correr no sentido deste blog nunca perder a seriedade.
Caro killer, ainda bem que voltou ao nosso convívio! já estava, confesso, com saudades!
Sobre a pergunta que faz ao poisé, eu confesso que fiquei triste por António Rola ter perdido! Fiquei mesmo.
Por vários motivos, um deles tem a ver com o facto de, se ele tivesse ganho, EU TERIA NOVOS CHEFES!
SEGURAMENTE NAO SERIAM PIORES QUE OS ACTUAIS!!!!
Caro poisé, lamento discordar de si: isso de chamar burros aos eleitores não é de todo correcto. Não se pode dizer que o povo é livre de escolher "bife da vazia" em vez de "bife do lombo", e depois criticá-lo pela escolha.
É que por vezes, o povo gosta MESMO de escolher mal.
e isso tem de ser respeitado.
Mas percebo o seu ponto de vista.
Nem eu sabia que, ao comentar sobre um tema a que as pessoas são tão alheias, as florestas, estaria a entrar num debate tão vivo.
Gostaria de acrescentar que estou a gostar deste blog.
Ó caro funcionário,
Vá-se habituando a ler o que eu escrevo com um certo cuidado.
Em regra, eu digo o que quero dizer e peso as palavras (sem prejuízo de me acontecer poder dizer o que não quero, mas em erro todos podemos cair).
O que eu disse, e está escrito, foi: "Isto é chamar burrice ao comportamento dos eleitores de Rio Maior".
Em meu entender não é o mesmo que chamar-lhes burros.
Os seus comportamentos, entenda-se os seus votos no silvino, nos actos eleitorais autárquicos é que me parecem asnáticos.
Há muito boa gente que, não sendo burro, tem, por vezes, comportamentos asnáticos.
Ou não?
Eu por mim falo... não me tenho por perfeito.
Admirava-me era se esses GNR que andam ai a cavalo pela cidade a passear e a passar multas, andassem antes a patrulhar as florestas do concelho.
Isso sim era servico publico, agora andarem ai a passear pelas ruas e os cavalos a fazerem as suas necessidades por onde calha.
E QUEM LIMPA????
Caros blogers,
eu confesso-me "coxo" nas matérias que dizem puramente respeito a Rio Maior, muito embora adore a vossa terra, que é também um pouco minha.
Peço, porém, que publiquem, como prometido, assuntos acerca do País, Europa e Mundo, onde me sinto mais à vontade para comentar.
Abraços de Coimbra
sei que vai haver assembleia municipal em breve.
gostaria de saber a data exacta, os assuntos e quando é que o povo pode falar?
cumprimentos
Caro anónimo, a próxima Assembleia Municipal. Extraordinária, está marcada para esta sexta-feira, dia 26 e os assuntos a debater são os seguintes:
- Carta Educativa do Municpio de Rio Maior.
- Regulamento Municipal de Actividades de Comércio de Retalho em Feiras e Mercados não sedentários.
- Protocolo de Delegação de Competências nas Juntas de Freguesia.
- Empréstimo de longo prazo, de valor até 901.884€, destinado ao financiamento do "Projecto de Requalificação Urbana das Entradas de Rio Maior"
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