Silêncio Escolar

Paira grande silêncio sobre a construção do novo edifício da Escola Superior de Desporto em Rio Maior. Depois de tantos esforços para que a sua construção avançasse, o que configura apenas uma questão de justiça face ao sucesso da escola, parece que uma pesada manta de silêncio se abateu sobre o processo, que não ata nem desata e até a placa anunciando o local da nova construção se esfumou. Esperemos que não seja uma premonição diabólica ou mesmo uma decisão Socrática!
Diz-se por aí entre-dentes – para evitar desagradar aos poderosos locais, não vão eles vingar-se nos pequenos interesses de quem ousa contestá-los – que o governo do Partido Socialista tem protelado a construção do edifício alegando que existem alternativas próximas – Escola Superior Agrária em Santarém – mas, de concreto, os riomaiorenses nada sabem. Sabem apenas que os seus autarcas se comportam como cúmplices de todo este processo, não se lhe conhecendo uma palavra, uma justificação, um esclarecimento. Convenhamos que para quem defendeu que “todo o investimento desportivo tinha tido como objectivo primeiro a vinda do ensino superior público para Rio Maior” este silêncio é muito, muito comprometedor.
Este silêncio é tanto mais grave quando se conhecem as lamentáveis actuações arruaceiras dos socialistas locais, como no caso da Escola de Alcobertas, convocando o povo pra intimidar os representantes locais dos partidos que então detinham o governo do país. Mais, governo que se limitou a seguir um estudo do anterior (socialista), que referia não existir população estudantil que justificasse a construção da escola. Agora quando a 700 alunos falta quase tudo para que tenham uma vida académica condigna na nossa terra, não se conhece uma palavra, um lamento, um protesto, pelo arrastar desta situação. Apenas o emudecimento.
O caso é ainda mais grave nas oposições. Quando deviam denunciar – por todas as formas e meios – este silêncio cúmplice e solidário dos socialistas riomaiorenses, que esta prejudicar gravemente os interesses do concelho, preferem perguntar, em surdina, “quando é que são pagas as senhas de presença nas reuniões de Câmara?”?!!! Eu sei que é difícil assumir posições diferentes, especialmente quando se querem proteger interesses pessoais, mas esse é um custo muito pequeno por comparação aos superiores interesses do concelho, para cuja defesa se disponibilizaram em campanha eleitoral. Não podemos deixar de dizer que, ou a baliza é demasiado grande ou os guarda-redes são anões.

24 Comments:
muito gostava eu de saber quem pagou aquela faixa que os rapazes seguram!
será que eles sabem o que têm ali na mão?
Ainda não se viu uma ideia original. Afinal, para quem queria ser a alternativa, ...
De facto, ainda nao se viu uma ideia alternativa!
Para quando uma posiçao de força dos vereadores de oposição sobre qualquer coisa que seja?
E quem diz os vereadores tambem diz os representantes poliicos do PCP e do PP...
JF
Parabéns por este site.
Ve-se que é um espaço plural, ao contrário do que se poderia pensar no início.
Isto porque era feito por duas pessoas declaradamente do PSD e também porque os comentários não eram instantaneos.
Percebe-se que o site é aberto a outras ideias e a independentes. E percebe-se que os “contributors” não têm problemas em aceitar criticas nos comentários que recebem.
Gosto do facto de abordarem outros temas e na apenas sobre Rio Maior. Dá a hipótese de comentar diversos assuntos.
Continuem!
Quanto à ideia da Escola Superior de Desporto, penso que é de dar os parabéns à Câmara por te-la trazido para cá.
Não há duvida de que se trata de uma coisa boa para o concelho, comerciantes, pessoas com quartos ou casas para alugar, supermercados, etc.
Cada aluno passará a ser um embaxador de Rio Maior.
Mas, a verdade é esta: se o mérito da vinda da ESD cabe só ao PS, a responsabilidade dela se ir embora também cabe só ao PS!
Diz-se que so toca viola quem tem unhas. Se o PS não tinha unhas para manter cá a escola e de lhe dar todas as condições, então deveria ter deixado isso bem claro desde o início!
Cumprimentos!
(lamento que este site não tenha comentários em aberto, mas percebo os motivos)
Estará dentro das competências da Câmara Municipal dar gas a manifestações contra o governo?
Se não está porque razao, como se diz aqui, existiu aquela balbúrdia absurda?
Se está, qual a razão do silêncio actual?
Parece que mudou o governo e mudou também a vontade da Camara de ter a escola...
Parabéns pelo texto amigo Edgard.
De facto esta questão da possível saída da ESDRM da nossa terra não tem sido alvo de debate.
Recordo que na Assembleia Municipal de Fevereiro um deputado municipal do PSD questionou Silvino Sequeira sobre um rumor que circulava em Rio Maior. Que o Pavilhão Multiusos seria em parte adaptado para receber as instalações daquela escola.
Silvino Sequeira respondeu na altura que sim, era verdade, e que tal obra era necessária devido ao aumento do nº de vagas na ESDRM para o próximo ano lectivo.
Questionado nesta última AM, também pelo PSD, sobre o andamento dessas obras a resposta já foi outra! Que era preciso porque havia muita gente em Santarém que tinha como principal preocupação "roubar" a ESDRM! Até elogiou a pergunta desse deputado municipal!
Dá vontade de dizer "muda-se o tempo, mudam-se as justificações!". Mas o que é certo é que bem antes deste problema ser publicamente assumido pela nossa autarquia já os alunos da ESDRM, confrontados com a possibilidade de mudança para Santarém, tinham subscrito um abaixo-assinado recusando a deslocalização da escola.
É pena que estas questões da nossa terra só sejam discutidas em "circuito-fechado" e nunca publicamente.
E falo por experiência própria, porque bem sei o que é conversar com uma pessoa em "off the record" ou de microfone aberto.
E é para lançar estes debates com o público que devia existir uma oposição forte e unida, coisa que, infelizmente, ainda não temos em Rio Maior.
Muito bem, o tema para arma de aremesso do momento é a ESDRM. Admitindo a importância da instituição para o frágil comercio local, através da presença de tantos forasteiros ao longo do ano lectivo, não nos podemos esquecer que não passam disso mesmo, forasteiros que vêm para Rio Maior fazer uma troca comercial, ou seja, pagam os serviços que usufruem bem como a formção académica e utilizam instalações entre as quais as desportivas. então lá voltamos de novo ao mesmo problema, se a ESRDM vai ser deslocada para o Pavilão Multiusos para ser utilizada por forasteiros, como é que ficam os alunos (EBI Fernando Casimiro)e atletas (Sport AndeClube), filhos dos riomaiorenses no próximo ano lectivo?
Esta questão da ESDRM faz-me lembrar as mantas quando são curtas: puxa-se para tapar a cabeça mas os pés ficam destapados.
Nao acham estranho que tantos alunos "comam" a situação precária em que têm aulas, sem reclamarem?
que motivos levam a este silêncio?
será que têm associação de estudantes...?
e esta hein?
Pois é,Rio Maior põe e a familia Silvinista dispõe!
Umas vezes estão de bons humores andam aí a apregoar, como suas,realizações que são do poder central. Outras vezes os humores enegrecem e desatam na maior escandaleira, e convocam o pagode para amedrontar, salvo seja, os detentores do poder central.
E prossegue a minha terra, transformada num inospito jardim de sequeiro(a).
Que coragem, caro Edgard!
Falo da parte final do post.
Fico, todavia, na dúvida: É coragem ou foi descuido?
Talves não seja importante: O certo é que a questão é, como já o disse o Riu Maiore, um facto político, e relevante.
Alguém vai ter de dizer e, sobretudo, FAZER alguma coisa.
"Tão ladrão é o que rouba como o que fica a vigiar" diz o povo e bem.
Por isso, a oposição em Rio Maior ou põe em campo os valores em que acredita pelas competências que tem ou alinha na situação de miserável governação do poder instalado.
Esta foi uma atitude de coragem.
Embora seja apenas arranhar a superfície da superfície (um pequeno nada) espero que tenha continuidade e, sobretudo, consequências positivas no cenário político local, abrindo a porta à discussão sem medo das questões mais profundas e importantes do município.
No entanto, começar por dentro é, afinal, seguir o ensinamento socrático (o autêntico) do "conhece-te a ti mesmo" como base de partida para o processo maiêutico de descoberta da "verdade".
Temos homem!
Não conhecia este espaço, e cheguei aqui porque alguem mo recomendou. E mereceu a pena, numa sociedade onde a grande maioria se perde em vénias ao poder silvinista, que transformou a minha terra de adopção num quintal particular, é preciso grande coragem e desapego aos pequenos interesses para produzir estas afirmações.
Como dizia o comentario anterior, é pena este mundo dos blogues ainda ser tão restrito, mas de qualquer forma este post, pelo seu desassombramento é uma autêntica lança em Africa. Continue, vou voltar mais vezes e divulgar este endereço aos meus conhecidos
Complementando o meu comentário anterior venho só comentar a reportagem, inserida na edição desta semana do jornal "Região de Rio Maior", sobre a mudança da ESDRM para o Pavilhão Multiusos.
O Prof. José Rodrigues, director da escola, dá como razão para a transferência para o Multiusos as sucessivas inspecções que concluíram que a ESDRM não tinha condições educativas para os seus alunos nos espaços que actualmente ocupa.
O que é óbvio diga-se!
Não tão óbvio é esta ser a 3ª justificação diferente apresentada para a mudança de instalações!
Afinal em que ficamos??
Qual das razões leva á mudança? Ou é a soma de todas elas a causa?
Interessante é também a questão dos custos da mudança, que envolve a realização de obras na nave Norte do Multiusos. Estará a ser negociada a transferência das verbas necessárias com o Politécnico de Santarém e com o Ministério da Educação para suportar o custo da mudança, segundo as declarações do Prof. José Rodrigues ao "Região".
Mas será que, na lógica da contenção de custos e redução de despesas em vigor na Administração Central, não será esse pedido a desculpa necessária para que se diga, a nível central, "para que é que se vai gastar dinheiro nestas obras quando o Politécnico tem em Santarém instalações renovadas e disponíveis?"
Fica a questão!
A escola do Silvino
É inegável que este presidente de câmara tem uma grande escola.
Um "politico socialista nato".Adequa a realidade às suas conveniências e da familia, claro.
Ele não muda, mantém-se mesquinho, vingativo e a realidade que se adeque a ele, se quiser. Senão quiser, pior para ela.
Veja-se o convite a Mário Soares, para inaugurar uma avenida ilustrada por temas, todos eles, muito mais importantes que o moribundo pai, ou padrasto da pátria.
Que importa que a actividade do salineiro se perca na memória do tempo; que o desporto seja hoje uma actividade relevante em Rio Maior; que actividade mineira trouxesse mais gente que a actual ESDRM para a Rio maior de então; que os bombeiros estejam sempre presenets nas horas aflitivas dos riomaiorenses?
Importante é trazer um moribundo politico só para contrariar.Que mais podemos dizer? Não é o tamanho das terras que as faz pequenas, mas a pequenez dos que as governam!
Senhor Pós-Lab,
o que está a querer dizer com esse comentário?
Se tem criticas a fazer às instituições seja claro!
Caro e amigo Edgard,
ha silencios que fazem muito barulho!
felicito-o por trazer este tema a lume e tê-lo tirado do silêncio.
Caro Edgard,
acho q desta forma o PSD em Rio Maior nunca ganha, seja com quem for... É obvio que num partido tem de existir oposição interna e que esta também é saudável, mas que da forma como esta é feita em Rio Maior é vergonhoso ! Digo isto, porque não existe frontalidade e mais parece um ninho de cobras, em que os interesses e as mesquinhices imperam ! Olhe acho que a politica que é feita em Rio Maior é vergonhosa, pois para todos, é bem visivel a falta de liderança da actual direcção politica do PSD e da falta de rumo e da falta de ideais. Desta forma podemos sempre contar com mais 20 anos de PS em Rio Maior, pois não existe intelige^ncia para unir as pessoas do PSD ( não esquecer que Rio Maior é PSD em todas as outras eleições) e mudar de rumo. Agora vou lhe dar uma critica positiva, tente ajudar o concelho com criticas positivas, pois já todos esperam de si o contrário.....
Meu caro H. Ramos.
Permita-me discordar da sua afirmação de que “desta forma o PSD em Rio Maior nunca ganha, seja com quem for”. O PSD já começou, em 2001, a reconquistar o seu tradicional eleitorado, facto que se confirmou nas últimas eleições autárquicas, com a conquista da maior junta de freguesia do concelho – que por si só engloba mais de metade dos eleitores do concelho. São, também, estes factos que desmentem a sua afirmação.
Concordo consigo quando diz “num partido tem de existir oposição interna e que esta também é saudável”. Em conformidade não é vergonha ter opiniões diferentes e manifestá-las. Como dizia um saudoso amigo, “vergonha é não ter vergonha”. E eu acrescento, vergonha é não ter opinião e limitar-se a ir a reboque. Perdoe-me a imodéstia, mas eu nunca andei a reboque de ninguém e não me envergonho disso. E digo isto com toda a frontalidade, com a mesma frontalidade que sempre critiquei o poder socialista. Sempre disse o que tinha a dizer, sem temer as suas represálias ou indisposições. E permita-me que lhe diga que se chegou a convocar uma reunião de câmara para me intimidar pessoalmente, a propósito das declarações de voto que produzia. Por isso meu caro, se existe coisa que prezo, é a minha liberdade de exprimir, livremente, as minhas opiniões e, naturalmente, respeitar quem delas discorda, como parece ser o seu caso.
Quanto à falta de liderança da actual direcção politica do PSD, o meu desacordo consigo é total. Repare, não lidera quem diz que lidera, mas quem pela sua acção, tantas vezes discreta e sempre humilde, vai construindo, colocando pedra sobre pedra, uma alternativa ao poder. Depois liderar não é parecer. Liderar é ser. E Isaura Morais é um grande líder, pois só um grande líder tem grandes vitórias e isso TODOS temos de lhas reconhecer.
Finalmente quanto à sua crítica positiva, e sem querer justificar-me do quer que seja, sempre, mas sempre aplaudi as medidas que me pareciam ajustadas à realidade do concelho. Agora é natural que esse aplauso se perca no meio de tanta unanimidade, como por exemplo foi a conseguida para a contracção do empréstimo para adquirir os terrenos do Sanguinhal, visando o alargamento da área de implantação de empresas no concelho. Agora sempre protestei contra a vontade deliberada de instalarem um aterro de resíduos industriais nessa mesma zona. E claro esse protesto tem muito maior visibilidade. São os custos de ser oposição!
EEHHEHEHEHHEH
Este bloguer de estranho nome é tramado. Vai aqui postando umas deixas, como quem não quer a coisa, e de cada vez que um incauto lhe responde dá-lhe sem sem dó nem piedade.
É contudo uma personagem estranha, tantos são os ódios que desperta, quer na situação quer na oposição. Isso seria natural se defendesse politicas do Bloco de Esquerda, mas do PSD? Deixa-me perplexo e curioso, simultaneamente.
Agora de uma coisa tenho a certeza, tem o dom de animar a discussão e por isso dou-lhe os parabéns
Sr. Edgar
Já estamos habituados a ouvir falar-se daquilo que não se sabe. Em todo o caso alerto-o para o facto de até um ceguinho consegue ver que aqueles alunos são alunos do 1º.
Os alunos do ensino superior, normalmente têm mais de 10 anos, e nalguns exemplares do género masculino pode-se observar já um desenvolvimento peloso na região da face. É um pouco diferente, não acha??
Se ainda der para mudar a foto, sem muito alarido, talvez ninguém repare.
Atento
Meu caro (des) atento.
Permita-me fazer um trocadilho, porque o Sr. também faz alguns no seu comentário, com o seu nickname. Neste seu comentário o Sr. devia ter posto desatento ao invés de atento. Repare bem, o nome do “post” era Silêncio Escolar. A ideia era fazer uma analogia entre dois comportamentos da autarquia consoante a “cor” dos governos para um mesmo problema: a construção de escolas no concelho. O silêncio quando a cor é análoga, a gritaria quando a cor é contrária!
Se estivesse atento a determinada altura do texto teria lido: “quando se conhecem as lamentáveis actuações arruaceiras dos socialistas locais, como no caso da Escola de Alcobertas, convocando o povo pra intimidar os representantes locais dos partidos que então detinham o governo do país. Mais, governo que se limitou a seguir um estudo do anterior (socialista), que referia não existir população estudantil que justificasse a construção da escola.” É justamente esta a situação que a foto quer ilustrar, tão só e apenas.
Por último, devo dizer-lhe que, realmente, é péssimo ouvir alguém falar daquilo que não sabe. Mas se reparar isso não tem qualquer efeito, para além de um sorriso malicioso ou mesmo, uma sonora gargalhada, como aquelas que dou ao ouvir os “comentadores de tudo” das nossas TV’S. Grave é quando vemos alguém que tem o poder de decidir, dizer os maiores disparates, fazer as maiores asneiras. E isso é o que não tem faltado nos processos de construção de escolas no concelho. Fiz-me entender?
Sim sra, a coisa aqueceu.
Isto significa três coisas:
1- Quando o tema é polémico a discussão é muito mais viva ate por aquela mania dos portugueses apenas se interessarem por desgraças. Boas noticias pouco lhe interessam.Povo de fadistas!
2- Este modelo de parada/resposta dos "contributors" é muito interessante, dado que permite uma boa interactividade.
3- A moderação dos comentários, parecendo um coarctar de liberdade. tem sido fundamental para que não se perca o fio condutor dos temas.
Finalmente e ainda sobre as escolas diz-se por aí que a escola que estava para ser construída em S.João da Ribeira, vai afinal para Malaqueijo. Gostava que comentassem esta, por enquanto, "boca".
Caros Edgar, Nuno, Paulo e Vasco (por ordem alfabética)
Desde que recebi um email a anunciar este blog de crónicas, tenho sido um assíduo do Rio da Ponte.
Umas vezes tenho a mesma visão que a vossa, outras não, mas não deixo de mandar comentários e ainda nenhum foi recusado, ao contrário do que se pensa acerca da leitura prévia das participações.
Não dou o meu nome (um dia darei) porque a minha situação num determinado local não está ainda definida. Mas desde que escolhi uma identidade própria, quero que a mesma tenha “individualidade” e não seja usurpada por ninguém.
Fiquei, por isso, bastante indignado quando alguém resolveu assinar com um nome similar ao meu (atento).
Acho isso uma tristeza. Não era preciso usar um nick de um habitué deste blog para poder comentar. Sobretudo para dizer disparates! Isto porque todos os que leram o texto “Silêncio Escolar” perceberam a analogia feita no mesmo!
Assim, para não haver dúvidas, criei uma conta própria para ser a minha assinatura.
Cumprimentos
O Atento, o verdadeiro
(é possível pedir que nao sejam aceites comentários de pessoas que usem nicks idênticos aos dos outros?)
Por favor caro Edgard não marque golos na própria baliza.
Antes de responder aos comentários, uma justificação pró atraso da resposta: por motivos que não vêm ao caso, não tenho podido acompanhar o blogue como gostaria, e é justo agradecer ao Paulo a disponibilidade para manter este espaço vivo e activo.
Num desses comentários alguém pedia para dizer algo sobre a “transferência” da escola de S.João da Ribeira para Malaqueijo. Tanto quando pude apurar, é quase certo que assim vai acontecer, pelo menos nas instâncias superiores é isso que esta previsto, mas não creio que os sanjoanenses se vão calar perante essa "mudança de planos" do poder vigente. Seria uma injustiça, ao fim de tantos anos de anúncios, de tantos panfletos eleitorais ilustrados com essa promessa, tudo não passar disso mesmo: promessas!
Cá estaremos para ver os desenvolvimentos, mas a confirmar-se a noticia, temos de convir que a mudança “cheira a esturro”. Espero bem que a estrondosa derrota dos socialistas nesta freguesia nada tenha a ver com a alteração da localização. Seria um fraco consolo pra quem sai de cena pela porta do fundo, e uma ingratidão para as gentes de S.João, que durante anos e anos deram maiorias aos socialistas.
Volte sempre…mesmo que anonimamente
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