Comunicação Social Local

O primeiro tema que aqui quero trazer é justamente a comunicação social local. No momento em que vão surgindo outras formas de comunicação mais incisiva, é justo e pertinente enaltecer a coragem das pessoas que na comunicação tradicional local – escrita e falada – têm ânimo, de contra ventos e marés, continuarem a proporcionarmos a possibilidade de, também lá, explanarmos as nossas ideias, manifestarmos as nossas diferenças e, através dela, fazê-las chegar ao conhecimento dos nossos conterrâneos.
Da minha experiência na comunicação social local, quer na rádio onde durante quase um ano participei num programa de debate político, quer na imprensa onde escrevi centenas de artigos de opinião, só posso reforçar o aplauso que atrás deixei aos seus responsáveis. São pessoas que todos os dias jogam nas suas empresas a sobrevivência, num concelho de economia débil e tradicionalmente pouco aberto a mudanças, contrariamente a outros que, sentados nas suas poltronas de luxo, tentam usá-los para atingir os seus objectivos.
Não entendemos e lamentamos por isso, os ataques que sofrem daqueles que deviam ser os primeiros a reconhecer a sua importância. O ataque à comunicação social é sempre a arma dos perdedores, dos que não conseguem transmitir uma ideia – geralmente pela falta delas – e que na ausência destas tentam, desesperadamente, fazer crer que lhas entravam! Essa nunca será a nossa luta, apesar de estarmos agora a iniciar um nova forma de comunicar, o nosso respeito pela comunicação tradicional será o mesmo ou maior ainda, até porque temos a ideia, que são formas complementares de comunicação.
Da minha experiência na comunicação social local, quer na rádio onde durante quase um ano participei num programa de debate político, quer na imprensa onde escrevi centenas de artigos de opinião, só posso reforçar o aplauso que atrás deixei aos seus responsáveis. São pessoas que todos os dias jogam nas suas empresas a sobrevivência, num concelho de economia débil e tradicionalmente pouco aberto a mudanças, contrariamente a outros que, sentados nas suas poltronas de luxo, tentam usá-los para atingir os seus objectivos.
Não entendemos e lamentamos por isso, os ataques que sofrem daqueles que deviam ser os primeiros a reconhecer a sua importância. O ataque à comunicação social é sempre a arma dos perdedores, dos que não conseguem transmitir uma ideia – geralmente pela falta delas – e que na ausência destas tentam, desesperadamente, fazer crer que lhas entravam! Essa nunca será a nossa luta, apesar de estarmos agora a iniciar um nova forma de comunicar, o nosso respeito pela comunicação tradicional será o mesmo ou maior ainda, até porque temos a ideia, que são formas complementares de comunicação.

7 Comments:
Quero desde já felicitar os administradores deste blog pela iniciativa. Espero que seja um espaço de opinião e reflexão com a coerência que não se verifica noutros espaços de opinião (comunicação social incluída).
Queria também questionar os administradores, em particular o Paulo, se, e como referiu no post “Liberdade….condicional!”, vai também apagar os posts mal estruturados, com má pontuação e/ou erros ortográficos?
Se assim for pode começar por apagar o post que agora comento.
Em relação ao papel até aqui desempenhado pela comunicação social, afirmo desde já, que não concordo com tudo aquilo que aqui foi escrito pelo Edgar Gomes. Acrescento ainda que, reconhecer a importância da comunicação social nada tem a ver com competência e isenção no desempenho das funções. Para além disso, o facto dos dois administradores terem na comunicação social de Rio Maior um espaço de opinião, repito, de opinião, não significa que o mesmo órgão de imprensa não seja tendencioso, tentando zelar pelos seus interesses. E não fica bem ao Edgar, que várias vezes criticou o Jornal que agora destaca, utilizar um discurso de competência e perfeição que todos nós sabemos que não existe.
Caro amigo
Não desfazendo o papel importante da comunicação social tradicional, temos de admitir que, por culpa própria, a sua credibilidade encontra-se muito por baixo.
O que vem referido nesse tipo de imprensa é um "retrado" da realidade, construído por alguém. Não é mais do que isso.
Para além de ser apenas um "retrato", por vezes, em função da forma como as notícias são colocadas, induzem os leitores a acreditar em algo que não corresponde minimamente à realidade. Por alguma razão voçê diz que os blogs são uma forma complementar de informação...
Nos blogs permitiram acabar com o monopólio dos jornalistas, e permitiram que todas as pessoas exprimam as suas opiniões. Bom, quer dizer, na maior parte das vezes é assim, certo?!?!?
Migas
Falando ainda sobre a imprensa de Rio Maior, seria óptimo que houvessem mais jornais de relevo, para além do aqui referenciado.
Nada melhor do que a concorrencia para estimular a qualidade.
Migas
Caro Migas,
Concordo inteiramente com a necessidade de concorrência na comunicação social em Rio Maior.
Claro que sei que nem sempre a concorrência é benéfica para o consumidor, veja-se o que a concorrência entre a RTP, TVI e SIC está a fazer à qualidade da nossa televisão. Quem tem TV cabo é que se safa…
Agora, na imprensa penso que não corremos tanto risco da concorrência resvalar para o populismo.
Porém, duvido bastante que Rio Maior tenha mercado para mais um jornal/rádio.
Mais, com os meios e matéria prima locais, já muito fazem os jornais que temos…
A ideia deste blog é naturalmente suscitar o debate, essencialmente sobre assuntos da nossa terra, e nessa perspectiva penso que o post cumpriu a sua parte.
Relativamente às opiniões veiculadas nos coments, que naturalmente respeito, oferecem-me as seguintes ponderações:
1. Não me lembro de alguma vez ter criticado o Região de Rio Maior, o que aliás seria uma deslealdade dado o nosso cordial relacionamento e mais importante ainda, a liberdade que sempre usufruí para lá escrever. Porém se alguma vez discordei, foi sempre no livre exercício da cidadania, nunca por questões gratuitas e muito menos revanchistas.
2. A linha editorial de um jornal é apenas da responsabilidade de quem o dirige, e posso ou não concordar com ela, e muitas vezes não concordo, mas isso são apenas diferentes perspectivas.
3. Agora não podemos esquecer que por detrás de um jornal esta uma empresa privada que se insere no mercado local. Neste caso o mercado publicitário. Como todos sabemos, e isso mesmo é dito no post, o nosso concelho padece de um tecido económico pouco pujante, cujos investimentos em publicidade são bastante limitados, acabando as autarquias por se assumirem como grandes clientes dos seus espaços publicitários. Com os custos e benefícios daí decorrentes.
4. Quanto aos textos “mal estruturados, com má pontuação e/ou erros ortográficos”, trata-se de uma defesa da própria qualidade do blog. Não estamos a falar de gralhas ou pequenas imperfeições (algumas das quais até nossas) mas de falhas que comprometam o próprio texto, como facilmente se compreenderá.
Caros Senhores,
eu sou e fui sempre um consumidor de todos os jornais de Rio Maior.
Uns tiveram vida curta, outros existem já ha mais tempo e creio que, como refere, todos são louváveis.
e são tambem fruto do seu meio.
A única falha que venho notando ao longo dos tempos é o avanço do espaço dedicado à publicidade em detrimento do espaço de conteúdo, mas nem os jornais escapam a essa necessidade.
cumprimentos
Pedro M
a culpa de nao termos matéria prima (ou seja, notícias e investidores) para a imprensa local é exclusivamente da Câmara Municipal, pois tem estado a secar tudo à sua volta.
Acima de tudo, prefere trazer para Rio Maior clubes de futebol em vez de trazer empresas...
Boa sorte a este blog
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